Reformas no Setor Elétrico Animam Agentes do Mercado Livre de Energia
Empresários do mercado livre de energia estão empolgados com a elaboração da medida provisória (MP) com reformas no setor elétrico. Isso porque a MP altera pontos importantes do setor elétrico. Além da liberação do mercado livre para todos com demanda superior a 0,5 megawatts (MW), a medida deve autorizar a Eletrobras a vender a energia de Itaipu pelos preços que considerar conveniente depois do fim da atual concessão, em 2023. O possível fim do sistema de cotas de garantia física e potência, também é um ponto aguardado com ansiedade pelos agentes do mercado livre de energia. Na “descotização”, as geradoras poderão vender a energia das cotas em contratos no mercado livre ou para comercializadoras, numa espécie de “mercado secundário” para essa energia. Segundo Reginaldo Medeiros, presidente executivo da Associação Brasileira de Comercializadores de Energia Elétrica (Abraceel), “o único ‘porém’ é que entendemos que seria possível avançar mais no que diz respeito à abertura do mercado, com a adoção de um regime escalonado ao longo do tempo para que todos os consumidores, mesmo os de baixa tensão, pudessem optar pelo segmento livre”, afirmou. Fonte: Ambiente Energia
Projeto Permite a Concessionárias a Compra de Energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas
0 0 0 A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados, aprovou proposta que permite a concessionárias de energia elétrica comprar energia de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas com capacidade de 100 a 30.000 quilowatts (kW). A ideia é que a aquisição corresponda a no mínimo 5% do volume de energia que a empresa injeta no sistema. Pela versão original do projeto de lei (PL 6136/13) do deputado Fernando Francischini (SD-PR), tanto a compra quanto o percentual mínimo eram obrigatórios. Facultativa Mas, o relator, deputado Jorge Côrte Real (PTB-PE), optou por deixar a medida facultativa. “A obrigatoriedade poderá resultar em uma demanda por PCHs em áreas onde já se tem o suprimento energético necessário ou poderá alterar a atual distribuição existente em áreas em que está sistematizada a distribuição”, argumentou. A legislação atual já faculta às distribuidoras de energia a contratarem 10% de sua carga por meio do sistema de geração distribuída, independentemente da capacidade instalada da central hidrelétrica. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada ainda pelas comissões de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Câmara Notícias
Renováveis Geraram Mais de 9,8 milhões de Empregos no Mundo em 2016

Mais de 9,8 milhões de pessoas no mundo estavam empregadas no setor de energias renováveis em 2016. O número é de relatório elaborado pela Agência Internacional de Energias Renováveis e foi apresentado na última reunião do conselho. De acordo com o diretor geral da Irena, Adnan Z. Amin, a queda nos custos e as políticas de capacitação tem elevado os investimentos em renováveis no mundo. No primeiro levantamento feito pela agência em 2012, pouco mais de sete milhões trabalhavam no setor. O relatório deste ano incluiu os empregos gerados por grandes hidrelétricas, dando maior amplitude ao quadro. O relatório mostra que o número de empregos em energia renovável, chegaram a 9,8 milhões. Países como China, Brasil, Estados Unidos, Índia, Japão e Alemanha contribuíram com a maioria dos empregos em renováveis. Na China, o número de empregados alcança 3,4 milhões, crescendo 3,4%. Cerca de 62% dos empregos globais estão concentrados no continente asiático. Vagas na instalação e na fabricação turbinam a região, de modo particular a Malásia e a Tailândia, que se tornaram centros mundiais de fabricação de placas fotovoltaicas. Na África, a escala de crescimento das renováveis fez com que África do Sul e o Norte do continente tivessem 62 mil vagas. A expectativa é que com o correto desenvolvimento das fontes, a quantidade de contratações só tende a aumentar. Fonte: Canal Energia