Comissão do Senado Comissão do Senado Vota na Terça Projeto Sobre Licenciamento de Projetos Estruturantes.

A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado vai votar nesta terça-feira, 13 de junho, projeto de lei que dá tratamento prioritário ao licenciamento ambiental dos projetos hidrelétricos considerados estratégicos e estruturantes. A proposta do ex-senador Delcidio Amaral cria o chamado balcão único de licenciamento, um colegiado composto por representantes do órgão ambiental licenciador (Ibama ou órgãos estaduais), da Fundação Nacional do Índio, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, da Fundação Cultural Palmares, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Ministério da Saúde. Esses órgãos trabalharão em conjunto na emissão da licença prévia de projetos apresentados pela Empresa de Pesquisa Energética ou por outro órgão governamental devidamente autorizado. O PLS 603/2015 recebeu parecer favorável do senador Wilder Morais (PP-GO), relator da matéria, e, caso seja aprovado na Comissão de Infraestrutura, será votado em caráter terminativo pela Comissão de Meio Ambiente do Senado. A proposta prevê que os planos plurianuais de expansão da oferta de energia elétrica deverão dar prioridade a fontes renováveis e incluir possíveis áreas que poderão ter o potencial hídrico aproveitado. O planejamento terá de considerar a relação custo- benefício desses potenciais sob as óticas econômica, ambiental e energética, e fazer uma avaliação inicial dos impactos socioambientais identificados no inventário da bacia hidrográfica aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Essa análise deve abranger os efeitos sobre terras indígenas, quilombolas e demais populações tradicionais. O projeto também estabelece prazo de dez anos, a partir da publicação da lei, para o estudo de potenciais que ainda não foram inventariados. Fonte: Canal Energia, Agência Senado
Demanda por Energia Pode Crescer Entre 1,5% e 2,5% em 2017.

A demanda de energia pode crescer entre 1,5% e 2,5% em 2017. Só até março, o consumo de eletricidade, excluindo o autoprodutor cativo, cresceu 2,1%. O consumo residencial apresentou a maior alta no período, de 3,2%, enquanto o industral cresceu 1,2% e o comercial, 0,5%. Os dados são do Boletim Mensal de Energia, do MME. Ainda de acordo com o documento, a energia eólica deve registrar o maior crescimento da matriz de oferta elétrica de 2017, passando de 5,4% em 2016 para 6,6% da matriz neste ano. Já as hidrelétricas devem responder por 66% do total da oferta. A proporção de fontes renováveis deve permanecer acima de 80% em 2017. Além disso, a produção industrial e o uso da energia sinalizaram pequena recuperação da economia em março. A tarifa média nacional de eletricidade residencial recuou 6,1% até março, a tarifa comercial recuou 6,5% no mesmo período e a industrial registrou queda de 7,2%. Fonte: Brasil Energia
MME: Fonte Eólica Cresceu 20% nos Últimos 12 Meses

A capacidade instalada total de geração de energia elétrica do Brasil atingiu 152.563 MW no mês de abril, incluindo Geração Distribuída. Dentre as fontes que mais expandiram, o destaque é para geração eólica que cresceu 20% nos últimos doze meses, totalizando 10.404 MW. As informações são do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro, elaborado pelo Ministério de Minas e Energia. Em comparação com o mesmo mês de abril de 2016, sem considerar a GD, houve um acréscimo de 9.542 MW, sendo 6.314 MW de geração de fonte hidráulica, 1.741 MW de fonte eólica, 1.485 MW de fontes térmicas e 2 MW de fonte solar, considerando os Ambientes de Contratação Regulada e Livre. A geração distribuída atingiu 108 MW de capacidade instalada em abril de 2017, sendo composta por 7 MW de CGH, 16 MW de térmica, 10 MW de eólica e 75 MW de solar. Na matriz de produção de energia elétrica, considerando dados do mês de março de 2017, a geração hidráulica correspondeu a 80,3% do total gerado no país. Já a participação da geração por fonte térmica ficou em segundo lugar, com 15,6% da produção e a fonte eólica com 4,1%. O mês de abril também registrou 135.277 km de linhas de transmissão em operação no Brasil com tensão maior ou igual a 230 kV. No mês, entraram em operação comercial 13,5 km de linhas de transmissão. Fonte: Canal Energia
Info Mercado Semanal Indica Aumento de 0,7% no Consumo e Geração de Energia.
Dados preliminares de medição coletados entre os dias 1º e 31 de maio apontam crescimento de 0,7% no consumo e geração de energia elétrica no país, na comparação com o mesmo período do ano passado. As informações constam na mais recente edição do boletim InfoMercado Semanal Dinâmico, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, que traz dados prévios de geração e consumo de energia, além da posição contratual líquida atual dos consumidores livres e especiais. O consumo de energia, ao longo de maio, somou 58.743 MW médios no Sistema Interligado Nacional – SIN, 0,7% superior aos 58.334 MW médios contabilizados no ano passado. Houve queda de 4,8% no consumo do Ambiente de Contratação Regulado – ACR (cativo), no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, montante influenciado pela migração de consumidores para o mercado livre. Caso esse efeito fosse desconsiderado, o consumo no período teria aumentado 1,8%. Já no Ambiente de Contratação Livre – ACL, no qual consumidores compram energia diretamente dos fornecedores, o consumo já contabilizado com as novas cargas vindas do mercado cativo cresceu 16,7%, número que apresentaria retração de 1,9% sem o movimento de migração. Dentre os ramos da indústria avaliados pela CCEE, incluindo dados de autoprodutores, varejistas, consumidores livres e especiais, os maiores índices de aumento no consumo de energia no período pertencem aos segmentos de comércio (104,3%); serviços (85,3%); e telecomunicações (79,2%), variações já analisadas sob o efeito da migração para o mercado livre. A geração de energia no Sistema ao longo de maio variou positivamente os mesmos 0,7% ao somar 61.445 MW médios produzidos no período. Usinas térmicas (+12,6%) e eólicas (+12,7%) tiveram o mesmo ritmo de crescimento no quinto mês do ano. As usinas hidráulicas (incluindo as PCHs), por sua vez, produziram um montante 3,2% inferior ao entregue em 2016. O InfoMercado Dinâmico também apresenta estimativa de que as usinas hidrelétricas integrantes do Mecanismo de Realocação de Energia – MRE gerem, em maio, o equivalente a 79,36% de suas garantias físicas, ou 42.818 MW médios em energia elétrica. Para fins de repactuação do risco hidrológico, o percentual foi quase o mesmo (79,24%). Fonte: CCEE
Reservatórios do Nordeste Mantém os Níveis e Operam com 19,3%.

0 0 0 Os reservatórios do Nordeste mantiveram os mesmos níveis em comparação com o dia anterior, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico referentes ao último dia 11 de junho. Os reservatórios se apresentam com 19,3% da capacidade. A energia armazenada é de 9.985 MW mês e a ENA é de 1.883 MW med, que equivale a 36% da MLT. A usina de Sobradinho está com 12,92% da capacidade. No Sul segue o aumento nos níveis e os reservatórios estão com 92,7% da capacidade, após elevação de 1,6% em comparação com o dia anterior. A energia armazenada é de 18.625 MW mês e ENA é de 36.503 med, que corresponde a 222% da MLT. A usina de Passo Fundo está com volume de 98,61%. No Norte do país houve aumento de 0,2% e os reservatórios operam com volume de 64,7%. A energia armazenada da região é de 9.729 MW mês e a energia natural afluente é de 3.651 MW med, que equivale a 61% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A hidrelétrica de Tucuruí opera com 98,24% de capacidade. Já na região Sudeste/Centro-Oeste não houve alterações nos níveis e os reservatórios se encontram com 43,1%. A energia armazenada é de 87.614 MW mês e a ENA é 39.477 MW med, que é o mesmo que 95% da MLT. Furnas registra volume de 41,07%. Fonte: Canal Energia