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Fugindo das tarifas elevadas 2.475 empresas optaram pelo mercado livre em apenas 12 meses

Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o mercado de energia permanece com o fluxo de migração intenso de consumidores para o mercado livre. A causa provável é a economia de ate 20% a 25% que pode ser obtida, devido ao vertiginoso aumento das tarifas de energia das distribuidoras ao consumidor final.

 

Apenas de janeiro a junho deste ano, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE registrou 895 adesões de empresas para o Ambiente de Contratação Livre – ACL, uma média de 149 por mês, sendo 91% de consumidores especiais e 9% de consumidores livres.

 

 As empresas com demanda entre 500 KW e 3MW, classificadas como consumidores especiais, continuam sendo a maioria e impulsionando a evolução do mercado livre.

 

Com 817 adesões, esta classe de agentes já representa 61,8% dos associados da CCEE (4.017).

 

Vale destacar que em dezembro de 2014, eram 1.206 empresas, o que significa um crescimento de 233%.

 

Por sua vez, os consumidores livres, que são empresas com demanda superior a 3MW, tiveram 78 migrações e alcançaram a marca de 865 agentes na CCEE.

 

Segundo Ivo Pugnaloni, presidente da ENERCONS, até o fim deste ano e começo do próximo, a energia elétrica deverá sofrer outros aumentos em função das bandeiras vermelha e amarela que sinalizam a variação positiva das tarifas sempre que as chuvas escasseiam, como no presente período de inverno.

 

Para justificar essa afirmação, o presidente da empresa de consultoria em energia, lembra que contribuindo para elevar ainda mais essas tarifas existe a influencia de outros encargos referentes a eventos como indenizações às empresas transmissoras e distribuidoras.

 

“Se considerarmos os últimos 12 meses a velocidade desta migração foi ainda mais intensa, pois foram 2.475 migrações de consumidores livres e especiais, atestando que o mercado livre é uma opção segura e muito econômica, faltando apenas ser mais conhecida pois o governo federal não divulga essa possibilidade de escolha, nem tampouco as distribuidoras que preferem reservar seu mercado atual.

 

Por esta razão, estudar com atenção a viabilidade da migração para o mercado livre é uma urgência para qualquer administrador de indústrias, especialmente os que gerenciem contas acima ou próximas de 500kW de demanda. Mas é preciso estudar com muito cuidado todos os aspectos dessa transição, já que este processo não é muito fácil, se for comparado com a portabilidade entre as operadoras de telefonia, internet e televisão a cabo. Além disso, devido às multas rescisórias, ele precisa ocorrer, de preferencia, no momento exato do fim do período contratual com as distribuidoras que é de 3 anos. E nesse momento é preciso que o consumidor já tenha adquirido e contratado a energia pelo menor custo possível e realizado as mudanças no sistema de medição que vai passar a ser remota. Tudo precisa ocorrer no momento certo, segundo uma sequencia adequada. Se não for assim, poderão ocorrer até prejuízos iniciais com as mudanças”, disse o empresário.

 

Para aumentar ainda mais a economia, estimulando a concorrência, algumas empresas de consultoria como a ENERCONS além de realizar todo o processo de migração, auxiliam seus clientes a encontrar os menores preços do mercado de energia. Para isso utilizam uma plataforma eletrônica de leilão “on-line”.

 

“Com a nossa plataforma de leilão podemos permitir que as mais de 180 comercializadoras já habilitadas pela ANEEL e os mais de 1.000 geradores concorram entre si para atender nosso cliente, reduzindo ainda mais o custo da energia por meio desta concorrência entre os fornecedores.

 

Ao contrario da telefonia e da internet que tem poucos operadores, no setor elétrico eles são centenas. Quem ganha com isso são os consumidores industriais que optarem por, ao invés de simplesmente solicitar propostas de preço por escrito, realizarem um leilão “on-line” entre os fornecedores, de forma a aumentar a concorrência entre eles”, esclarece o presidente da ENERCONS.

 

“Atualmente, com os aumentos das tarifas de energia, estar no mercado livre ou continuar sendo um consumidor cativo da distribuidora já significa muito em termos de custos de produção e portanto da competitividade entre os produtos de dois fabricantes concorrentes, com grande vantagem para os primeiros”, finalizou Ivo Pugnaloni.

 

Para saber mais sobre o mercado livre contate a ENERCONS agora: comercial@enercons.com.br ou (41) 3023-4344.

 

FONTE: ENERCONS / CCEE

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