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Nos estudos foi identificado apenas um aproveitamento, a PCH Poço Fundo, que já existe há 68 anos, porém vem operando com apenas 9,1 MW de potencia instalada, muito inferior à capacidade identificada no inventário, que é de 30 MW.

Através do Despacho N° 3.072 de 2017, a ENERCONS teve mais um estudo de inventário hidroenergético aprovado pela Agencia Nacional de Energia Elétrica. Nesta oportunidade, trabalhando para o cliente final CEMIG GERAÇÃO, a empresa havia protocolado os estudos em agosto de 2015, sendo os mesmos aprovados sem qualquer observação ou exigência pela ANEEL.

 

Nos estudos foi identificado apenas um aproveitamento, a PCH Poço Fundo, que já existe há 68 anos, sendo operada pela CEMIG GERAÇÃO com apenas 9,1 MW de potencia instalada, abaixo da capacidade identificada no inventário, que é de 30 MW.

 

O aumento de potencia ocorrerá pelo aumento da vazão turbinada que passará de 3,1 m3/s para 11,6 m3/s, sem alteração da cota de montante, nem na queda bruta, de 327 metros, uma das maiores do Brasil.

 

Também será elevada a capacidade do vertedouro, que passará de 75,20 m3/s para 364,71 m3/s, adequando-se às normas da ANEEL que determinam o uso da vazão de recorrência de 10 mil anos para o inventário nesses casos.

 

Para o presidente do Grupo ENERCONS, Eng° Eletricista Ivo Pugnaloni, a aprovação de mais este inventário coloca a empresa entre as portadoras de maior número de inventários e projetos básicos aprovados na ANEEL ou aguardando aprovação.

 

“Temos já 31 projetos básicos e 9 inventários aprovados. Além de dezenas de estudos de viabilidade técnica e avaliações preliminares de potencial hidrelétrico, além de estudos ambientais e licenciamentos. Completamos 17 anos de trabalho duro, sempre dedicado ao melhor aproveitamento das energias renováveis e a construção de um setor elétrico robusto, moderno e altamente sustentável”, afirma Pugnaloni, que foi um dos fundadores da associação brasileira de PCH e CGHs (ABRAPCH), e seu primeiro presidente.

 

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