Lucro da CPFL Renováveis cresce 27,6% e cehga a R$121 mi

Por que o mercado livre de energia não para de crescer?
17 de dezembro de 2018
Complexo Eólico de Palmas II recebe licença ambiental prévia do IAP
17 de dezembro de 2018
Mostrar tudo

Lucro da CPFL Renováveis cresce 27,6% e cehga a R$121 mi

A CPFL Energias Renováveis registrou um lucro líquido de R$ 121 milhões no terceiro trimestre de 2018, montante recorde para a companhia e 27,6% maior ante o resultado do mesmo período de 2017.

A CPFL Energias Renováveis registrou um lucro líquido de R$ 121 milhões no terceiro trimestre de 2018, montante recorde para a companhia e 27,6% maior ante o resultado do mesmo período de 2017.

Com isso, no acumulado em nove meses, a companhia somou lucro de R$ 11,98 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 31,59 milhões anotado em igual etapa de 2017.
O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 426,8 milhões, alta de 4,7% frente o reportado no terceiro trimestre de 2017.

A margem Ebitda, porém, ficou em 68,7%, 1,1 ponto porcentual abaixo do verificado um ano antes. Em 2018 até setembro, o Ebitda totalizou R$ 910,337 milhões, o que corresponde a um aumento de 5%. A Margem Ebitda ficou em 64,1%, alta de 0,7 p.p.

Entre julho e setembro, a receita líquida da companhia de energia renovável alcançou os R$ 621,7 milhões, 6,3% acima do verificado nos mesmos meses de 2017. De janeiro a setembro, a receita líquida cresceu 3,8% na comparação anual, para R$ 1,42 bilhão.

O aumento da receita trimestral foi influenciado pelo crescimento da geração de energia, que totalizou 2.130 GWh, 2,9% a mais que o verificado nos mesmos meses do ano passado.

Além da produção maior, a companhia também se beneficiou do maior volume de energia descontratado por meio do Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits (MCSD), e vendido no mercado livre, que é de 131 MW médios em 2018, ante os 91,2 MW médios no terceiro trimestre de 2017.

A CPFL Renováveis salientou que houve uma maior receita da fonte de biomassa, que gerou 1,5% mais (6 GWh) por conta principalmente da antecipação da safra da usina de Bio Formosa, do ganho de eficiência com geração com bagaço armazenado e da maior disponibilidade das usinas.

Por outro lado, o custo de geração de energia aumentou 17,9%, ou R$ 23,9 milhões, somando R$ 157 milhões. O aumento foi impulsionado pela maior despesa com compra de energia, decorrente principalmente do impacto com o risco hidrológico (GSF), que sozinho respondeu por cerca de R$ 12,5 milhões.

Em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o diretor Financeiro e de Relação com Investidores da CPFL Renováveis, Alessandro Gregori, salientou que mesmo com o impacto negativo da fonte hidráulica foi mais que compensado pela maior geração eólica e pelos benefícios do MCSD. Entre julho e setembro, 70% da energia produzida foi proveniente dos parques eólicos da companhia.

 

Fonte: Ambiente Energia – 15/12/2018

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *