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Eólica de 200 MW no Paraná

Projeto da Enerbios aposta na proximidade com a capital paulista e em novos modelos de aerogerador para ganhar competitividade

A Enerbios pretende viabilizar a primeira fase do Complexo Eólico Palmas II, em Palmas, no Sudoeste do Paraná, para operação comercial em julho de 2021.

 

“Estamos num momento de definições nos campos tecnológico e comercial bastante intenso. Podemos ter noticias em breve sobre a contratação de energia no ACL e em GD, com montantes bem expressivos” informou, em entrevista exclusiva ao EnergiaHoje, o presidente da companhia, Ivo Pugnaloni.

 

O empreendimento passou por revisões. A configuração original previa 83 aerogeradores de 2,2 MW. “Como as tecnologias evoluíram e os fabricantes passaram para outros patamares, estamos usando a potência de 4,5 MW como referência e são, portanto, agora 45 unidades, aerogeradores distribuídos em sete parques eólicos, chegando a uma capacidade total instalada superior a 200 MW”, conta Pugnaloni.

 

Como a Licença Ambiental autoriza a instalação de até 83 unidades, existe a possibilidade de ampliar o parque, no futuro.

 

Integram também o empreendimento os acessos, linhas de conexão interna, centro de controle operacional e linha de transmissão de tensão 138 kV, interligando a subestação elevadora do complexo à Subestação de Palmas, da Copel.

 

O investimento previsto é de R$ 1,2 bilhões.

 

Para Pugnaloni, a alteração não prejudicou os planos da companhia. Pelo contrário, serviu para amadurecer o projeto e introduzir melhorias: além da potência unitária dos aerogeradores, foi ampliada a altura das torres, para 140 metros.

 

Pela localização do empreendimento, a 600 km da cidade de São Paulo, a Enerbios mira contratações na capital paulista, um dos principais consumidores de energia do país. Além, obviamente, dos estados do sul.

 

“Estamos a 600 km do litoral. Isso nos dá uma vantagem competitiva muito grande em termos de operação e manutenção, pois estamos livres do ambiente litorâneo e da salinidade, da areia e do pó em suspensão. Isso faz com que nossos custos de operação e manutenção sejam bem menores que os do Nordeste”, conclui.

 

Escrito Por: Cassiano Viana
Fonte: Energia Hoje
Link Para Notícia: https://energiahoje.editorabrasilenergia.com.br/eolica-de-200-mw-no-parana/

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