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Construção de PCHs enfrenta resistência em MG

Subcomitê do rio Paraúna apresentou parecer contrário à construção das usinas Quartel I, II e III

 

 

O subcomitê da bacia do rio Paraúna elaborou parecer contrário à constru&cceccedil;ão do Complexo Hidrelétrico Quartéis, formado por pequenas centrais hidrelétricas que ficarão situadas nos municípios de Gouveia, Santana de Pirapama e Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais. O empreendimento é formado pelas usinas Quartel I, II e III, pertencentes à Hidrotérmica S.A. As PCHs tem potência instalada total de 90MW.

 

 

O documento contrário à instalação das usinas foi enviado pelos integrantes do subcomitê ao presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, com pedido para que sejam tomadas providências junto aos órgãos de licenciamento ambiental. De acordo com o parecer, o empreendimento ficará localizado em região de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado, em uma área de preservação na Serra do Espinhaço Meridional.

 

 

O empreendedor já apresentou o Estudo de Impacto Ambiental e solicitou as Licenças Prévias das usinas à unidade regional do Conselho Estadual de Política Ambiental no vale do Jequitinhonha. O Copam é o órgão responsável pelo licenciamento.

 

 

“Construir três PCHs a montante da PCH CEMIG Paraúna já existente é preocupante, visto que a região possui valiosa relevância ambiental, biológica, cênica, e pela necessidade de atenção com situações que possam causar danos ambientais e sociais oriundos da implantação de empreendimentos hidrelétricos”, disse o representante da ONG Caminhos da Serra da cidade de Gouveia e conselheiro do Copam Jequitinhonha, Alex Mendes.

 

 

Segundo o conselheiro, o Paraúna é um importante afluente do Rio das Velhas, pois revitaliza o rio com água de qualidade. O Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) foram apresentados em audiência pública no último dia 5. Estão previstas três audiências até 10 de dezembro nas cidades afetadas para discutir o projeto.

 

 

O uso do caximbo deixa a boca torta, ainda bem que se trata apenas de comentários perfeitamente aceitáveis sem nenhuma fundamentação técnica ou ciêntifíca. As PCHs nas cabeceiras dos rios como argumenta o ilustre conselheiro ajudam de toda maneira a manutenção das características dos rios evitando a erosão e a ocupação irregular das margens, retirando detritos que podem causar  obstruções do fluxo, restos de  animais, restos de florestas que podem ocasionar uma série de prejuízos a conformação natural do rio. 

 

 

Além disso as PCHs contríbuem para a preservação da mata ciliar das investidas dos homens. 

 

 

Temos certeza que ao final os processos serão avaliados com a devida atenção e critérios científicos e não ideológicos.

 

 

Nunca é demais mostrar aos nossos  leitores e amigos as grandes quantidades de vantagens que a construção de PCHs trás ao meio ambiente, as populações ribeirinhas e aos Estados e Municípios onde estão instaladas. Clique aqui para conhecer essas vantagens que são sempre escondidas pela mídia não especializada.

 

 

 

Fonte: Canal Energia

Link da notícia: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53120529/construcao-de-pchs-enfrenta-resistencia-em-mg

 

 

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