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MME aprova novas etapas de abertura do mercado livre de energia

Limite mínimo de carga de consumidor elegível para segmento cairá para 1,5 MW a partir de 2021 e continuará diminuindo de forma gradual

 

O Ministério de Minas e Energia (MME) aprovou novas etapas de abertura do mercado livre de energia. De acordo com portaria publicada nesta segunda-feira, o limite mínimo de carga de consumidores elegíveis para comprar energia no  mercado livre passará para 1,5 megawatts (MW) em 1º de janeiro de 2021.

 

 

O limite mínimo atual é de 2,5 MW. A partir de janeiro de 2020, a carga mínima exigida será reduzida para 2 MW. A portaria 465/2019, publicada hoje, prevê ainda que a carga mínima para o ingresso no mercado livre será reduzida para 1 MW em janeiro de 2022.

 

 

Em janeiro do ano seguinte, haverá nova redução, para 500 quilowatts (kW). Hoje, consumidores com carga entre 500 kW e 2,5 MW podem comprar energia no mercado livre excepcionalmente, desde que seja de projetos de fontes renováveis complementares (eólica, solar, pequenas hidrelétricas ou térmicas a biomassa).

 

 

A portaria publicada hoje determina ainda que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deverão apresentar até janeiro de 2022 estudos sobre as medidas regulatórias necessárias para permitir a abertura do mercado livre para os consumidores com carga inferior  500 kW.

 

 

Também deverá ser apresentada até janeiro de 2024 uma proposta de cronograma de abertura total do mercado livre.

 

 

O Mercado livre de energia vai expandir ainda mais seus números atuais.

 

 

Afinal, com apenas pouco mais de 6.000 consumidores livres e especiais, esse mercado já abrange 30% do consumo anual de energia no Brasil.

 

 

Ou seja, apenas os consumidores maiores e mais qualificados tecnicamente estão sabendo como economizar botando os fornecedores de energia para competir pelo seu contrato!

 

 

Infelizmente porém, os 62 milhões de outros consumidores conhecem seus direitos ou tem ideia da economia total que podem fazer por mês, optando por sair do mercado cativo.

 

 

Pouca informação e “medo da concessionária ficar braba comigo e eu ficar sem energia durante uma tempestade” são as principais desculpas para a falta de vontade de aproveitar esse benefício da legislação, vigente há 22 anos, SEM NENHUM PROBLEMA.

 

 

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Escrito por: Rodrigo Polito

Fonte: Valor Econômico

Link da notícia: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2019/12/16/mme-aprova-novas-etapas-de-abertura-do-mercado-livre-de-energia.ghtml

 

 

 

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