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Mercado Livre registra crescimento acelerado

Em busca de economia e outros benefícios, empresas de diferentes portes e setores passam a contratar energia diretamente de geradoras e comercializadoras.

Marcado pela necessidade de adaptação, o ano de 2020 tem levado muitas empresas a rever suas práticas de compra e gestão de insumos, a fim de assegurar a competitividade dos negócios. Um reflexo desse movimento pode ser constatado no Mercado Livre de Energia, que vem registrando expansão acelerada. Segundo a Associação Brasileira de Comercializadoras de Energia (Abraceel), dados de setembro indicam alta de 22% no número de consumidores presentes no Mercado Livre nos últimos 12 meses, representando 33% de toda energia elétrica consumida no país. 

Além da economia proporcionada, outras vantagens têm atraído empresas de diferentes portes e setores.  Amplo poder de escolha, flexibilidade na contratação e previsibilidade de custos são algumas delas. Somam-se a esses benefícios a oportunidade de agregar sustentabilidade aos negócios, a partir do uso de energia limpa, de fontes renováveis – oferecida pelo ambiente livre no âmbito da energia incentivada, que conta com subsídios para estimular uma geração de baixo carbono..

Criado em 1995, o Mercado Livre é um ambiente de negócios no qual empresas geradoras, comercializadoras e consumidoras podem negociar livremente o fornecimento de energia elétrica, em conformidade com a regulamentação do setor. Conforme a Abraceel, desde então a contratação direta gerou economia de cerca de R$ 200 bilhões aos consumidores – com redução média anual de 23% no preço da energia em relação ao praticado pelas distribuidoras.

Possibilidades de migração

Para ingressar no Mercado Livre de Energia, a empresa consumidora deve tender a alguns requisitos relacionados, especialmente, a seu perfil de consumo. Estando apta, pode escolher entre duas modalidades de contratação: atacadista (agente CCEE) ou varejista – ambas oferecidas pela ENGIE.

Como atacadista, a empresa contratante se associa à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), entidade responsável por operar o Mercado Livre. Assim, se torna um Agente do Mercado, atuando de acordo com suas regras e procedimentos. “Essa modalidade costuma ser mais recomendada para organizações de grande porte, com elevado consumo de energia – da ordem de 1MWm contratados – e que preferencialmente já tenham experiência no Mercado Livre, compreendendo os riscos envolvidos e também as oportunidades geradas”, explica o especialista em Comercialização de Energia da ENGIE, Jeferson Leônidas.

Fonte : Além da Energia

Link da Notícia : https://www.alemdaenergia.com.br/economia-mercado-livre-de-energia/

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