ABEEólica pede fim de assimetrias entre os mercados livre e regulado

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ABEEólica pede fim de assimetrias entre os mercados livre e regulado

Em artigo, Élbia Gannoun, presidente da associação, defende mudanças técnicas e regulatórias nesses ambientes para a área de energia eólica

A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Élbia Gannoun, defendeu o fim das disparidades entre o mercado regulado (ACR) e o livre (ACL) de energia eólica. Segundo ela, isso vai permitir que o mercado livre de energia continue a crescer.

No mercado livre, os consumidores negociam diretamente com os fornecedores de energia. Assim, eles podem obter preços mais vantajosos para a eletricidade. Para poder fazer parte do mercado livre, no entanto, é preciso cumprir um patamar mínimo de demanda.

Mas, como Élbia aponta em seu artigo no jornal Valor Econômico, o Ministério de Minas e Energia (MME) vem reduzindo essa exigência aos poucos. Hoje, esse mínimo é de 500 kW – referente aos chamados consumidores especiais.

Novos tipos de financiamento ajudam mercado livre

No texto, a executiva explica que o mercado livre para energia eólica permite uma relação “sob medida” para o consumidor. Ela usa como metáfora, as roupas de alfaiataria, cuja produção leva em consideração as necessidades do cliente.

Fonte: Além da Energia

Link da Notícia: https://www.alemdaenergia.com.br/abeeolica-pede-fim-de-assimetrias-entre-os-mercados-livre-e-regulado/

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