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Diretor da Enerbios atualiza informações sobre Complexo Eólico Palmas II

Três grupos negociam com os empreendedores em energia eólica em Palmas, revela Diretor da Enerbios, Ivo Pugnaloni

Três grupos de investidores nacionais e internacionais entraram em negociações com os empreendedores das novas usinas eólicas, projetadas para a região do horizonte. A atualização das informações foram feitas pelo Diretor Presidente do Grupo Enercons/Enerbios, Ivo Pugnaloni, que  juntamente com a Cia Ambiental, Vento Sul e a alemã Innovent há mais de dez anos realizam investimentos e estudos para viabilizar o complexo Palmas II no município de Palmas.

[Grupo RBJ de Comunicação] Diretor da Enerbios atualiza informações sobre Complexo Eólico Palmas II

Conforme Pugnaloni, há  cautela diante das incertezas  em função dos reflexos da pandemia. Adiantou que os empreendedores mantém regularizados a  documentação junto a Agência Nacional de Energia Elétrica(Aneel) e os Licenciamentos Ambientais, aguardando as definições técnicas e de mercado para viabilizar o empreendimento.

Complexo Eólico Palmas II, com potência de 200 MW e com o investimento total de R$ 1,3 bilhões no município de Palmas, no Sul do Estado do Paraná a 1250 m de altitude média. Os parques eólicos terão torres mais altas do Brasil, com aproximadamente 140 metros. Estarão instalados no lado paranaense, às margens da PRC 280, em frente aos parques eólicos em funcionamento em Agua Doce, Santa Catarina.

ENERGIA BARATA PARA CONSUMIDOR FINAL
Na entrevista, Pugnaloni antecipa que os empreendedores definiram que a energia produzida por três unidades(torres/aerogeradores) serão destinadas a Geração Distribuída (GD) para consumidores finais, que reunidos em consórcios ou cooperativas, poderão comprar energia bem mais barata que a fornecida pelas grandes empresas do setor, como ocorre atualmente. Publicidade

CARROS ELÉTRICOS E AUTOMAÇÃO DA PRODUÇÃO

A saída de montadoras das plantas de produção no Brasil, como a Ford, Mercedez e outras que ainda deverão seguir o mesmo caminho, está relacionado à substituição do petróleo por energia elétrica para o funcionamento dos motores de automóveis. Além disso, o setor produtivo definitivamente, impulsionado pelos impactos da pandemia, deverão efetivamente substituir as forças de produção ferramentas e mão de obra humana pela automação. Com isso aumentará, significativamente, a demanda por energia elétrica, principalmente das fontes renováveis – Eólica, Biomassa, Hidrelétrica.

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