25 anos de experiência no mercado de energia

SIN deverá ter queda na carga de 1,1% em março

Estimativa no mês é de volume de 83,7% no Sudeste/ Centro-Oeste A carga no sistema interligado nacional deverá ter um recuo em março de 1,1%. Dados do Sumário do Programa Mensal de Operação referentes a semana de 25 a 31 de março indicam que o Sudeste/ Centro-Oeste terá uma redução de 4,9%. O Nordeste é o outro subsistema que terá recuo na carga, de 0,3%. Os aumentos ficam com a região Norte, de 15,1% e no Sul, de 4,1%. Os reservatório das hidrelétricas devem encerrar o mês confirmando as estimativas anteriores, ficando acima de 80% em todas as regiões do país. No Sudeste/ Centro-Oeste, a expectativa é de níveis de 83,7%. Na região Sul, o volume armazenado deve ficar em 82,7%. Os maiores percentuais estarão nas regiões Nordeste e Norte, com níveis de 90,8% e 99,7% respectivamente. A previsão mensal da Energias Naturais Afluente no Sudeste é de 72.000 MW med, o mesmo que 104% da média de longo termo. A expectativa de ENA na região Sul é de 8.175 MW med, que equivale a 116% da MLT. No Nordeste, a ENA no fim do mês deverá chegar a 7.952 MW med, correspondente a 56% da MLT. A região Norte tem previsão de ENA de 27+931 MW med,  o mesmo que 105% da MLT.

REPRESENTANTES DE 25 PAÍSES DEBATEM NO BRASIL O FUTURO DA ENERGIA LIMPA MUNDIAL

Mais de 300 representantes de 25 países debateram, entre os dias 20 e 22 de março, o futuro das energias limpas e renováveis no planeta. A reunião de altos oficiais da Clean Energy Ministerial (CEM) e da Mission Innovation (MI) foi realizada no Rio de Janeiro (RJ). O evento é preparatório para Reunião Ministerial da CEM e da MI, que acontece em julho, em Goa, na Índia. Em 2024, a reunião será sediada pelo Brasil, como reconhecimento do protagonismo do País no tema. Foto: Rafa Kondlatsch/Itaipu.O encontro preparatório foi organizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com o Ministério de Relações Exteriores (MRE), e com o apoio do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O patrocínio é da Itaipu Binacional. A CEM e a MI são dois importantes fóruns sobre a colaboração internacional voltada para a transição energética, em busca de uma maior participação das fontes renováveis na matriz mundial.Durante o encontro, as altas lideranças de diversos países e organizações parceiras, e representantes do setor privado, se reuniram para discutir prioridades, além de identificar pontos e lacunas de investimentos na área das energias limpas. “O resultado deste encontro é levado para os ministros de cada país, para orientar suas ações e promover um alinhamento na colaboração internacional”, informou o secretário de Planejamento e Transição Energética do Ministério de Minas e Energia (MME), Thiago Barral.Barral destacou a liderança do Brasil no desenvolvimento de energias renováveis, devido a fontes limpas como hidreletricidade, solar, eólica e biocombustíveis. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), quase metade da matriz energética do País, ou 48,4%, é composta por fontes limpas, enquanto a média mundial é de 15%. “O Brasil tem a possibilidade de se posicionar na vanguarda do processo de neutralização do carbono na atmosfera e apontar soluções para outros países”, afirmou.“Para o ONS, é uma honra apoiar dois Fóruns que são fundamentais não apenas para o setor de energia, mas para o planeta. A estarmos no CEM e MI nos mantemos entre os protagonistas globais no debate sobre transição energética. Ao longo do evento, pudemos evidenciar o quanto o Brasil pode liderar o debate global sobre a transição energética e ao promover um evento da Clean Energy Ministerial (CEM) e da Mission Innovation (MI) no Brasil contribuímos com a consolidação da liderança brasileira”, diz Luiz Carlos Ciocchi, diretor-geral do ONS.“Apoiamos o evento reforçando nosso compromisso com esses dois fóruns internacionais de grande relevância para o avanço das discussões de transição energética. O Brasil segue como uma referência mundial com a sua matriz energética e sobretudo a matriz elétrica altamente renováveis, todavia os estudos e iniciativas já em andamento devem considerar as prioridades e as possibilidades de cada país para que possam  apontar para um futuro energético renovável, de baixo carbono, cada vez mais justo e inclusivo”, reforçou a presidente interina da EPE, Angela Livino.O secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério de Relações Exteriores (MRE), embaixador André Corrêa do Lago, lembrou que a construção de uma matriz energética limpa no País aconteceu sob a necessidade de responder questões sociais específicas, próprias da realidade dos países em desenvolvimento. “Somos prova viva de que um país em desenvolvimento pode ter uma matriz energética exemplar, com uma lógica voltada para populações que tem maiores necessidades de acesso à energia”, comentou.A posição de destaque do Brasil no cenário internacional na área das energias renováveis também foi reconhecida por participantes do encontro. James Spaeth, da área de Eficiência Energética e Energia Renovável do Departamento de Energia dos Estados Unidos, lembra a grande experiência do Brasil no uso dos biocombustíveis na área transportes. “Temos uma longa relação com o Brasil na área de biocombustíveis e acreditamos que temos novas oportunidades em relação, por exemplo, a combustíveis para aviação e em produtos ecológicos baseados na biomassa”, afirmou.O presidente do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês), Ben Backwell, organização que tem base em Bruxelas, Bélgica, também destacou a liderança do Brasil devido à sua matriz elétrica limpa. “Principalmente por causa das hidrelétricas, mas também com a energia eólica que é a segunda maior fonte. E há uma complementariedade sazonal muito boa entre a energia hidrelétrica e eólica, isso realmente coloca o Brasil, na área das energias verdes, como uma potência”, disse.Reunião Ministerial no Brasil, em 2024Tradicionalmente, os encontros preparatórios acontecem no País onde será realizado o evento do ano seguinte. Assim, além de se preparar para a Reunião na Índia, que ocorrerá em julho deste ano, os altos oficiais já puderam conhecem o país sede do encontro em 2024. A Reunião Ministerial da CEM e do MI será na usina hidrelétrica de Itaipu, localizada em Foz do Iguaçu (PR).“Fazer o encontro na usina de Itaipu é exemplar, porque Itaipu é símbolo de colaboração internacional, símbolo de geração de energia elétrica limpa e símbolo do desenvolvimento regional integrado ao processo de geração de energia”, disse Thiago Barral. “Vamos ter a oportunidade de conhecer in loco a experiência da Itaipu que pode servir de modelo para os outros países, seja na hidreletricidade, seja no investimento em outras fontes.”O embaixador André Corrêa do Lago destacou Itaipu como modelo de colaboração internacional. “Nós, diplomatas, temos um carinho muito especial por Itaipu, porque ela é resultado de uma grande negociação diplomática. O acordo entre Brasil e Paraguai serve como modelo para outras nações. Eram duas economias muito díspares em matéria de tamanho e em matéria de circunstância, e o acordo levou isso em consideração”, afirmou.CEM e MIA Clean Energy Ministerial (CEM) é um fórum global de alto nível voltado para a promoção de políticas e programas que estimulem a adoção de tecnologias de energia limpa, o compartilhamento de lições aprendidas e melhores práticas e o incentivo à transição para uma economia global de baixo carbono. As iniciativas no âmbito desse fórum são baseadas em áreas de interesse comum entre os governos participantes e outras partes interessadas. Atualmente a CEM conta com mais de 25 países membros, entre os quais

PRESIDENTE LULA NOMEIA MAIS QUATRO DIRETORES BRASILEIROS PARA A ITAIPU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou mais quatro diretores brasileiros para a Itaipu Binacional, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), publicada na noite desta sexta-feira (24). O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, também assina o decreto. Foram nomeados Renato Soares Sacramento, para o cargo de diretor técnico executivo; Luiz Fernando Ferreira Delazari, diretor jurídico; Iggor Gomes Rocha, diretor administrativo; e Carlos Carboni, diretor de Coordenação. Eles substituem, respectivamente, David Rodrigues Krug, Mariana Favoreto Thiele, Paulo Roberto da Silva Xavier e Luiz Felipe Kraemer Carbonell. O diretor-geral brasileiro, Enio José Verri, foi nomeado em 10 de março. O mandato dos cinco novos diretores vai até 16 de maio de 2027. Os membros da Diretoria Executiva podem ser reconduzidos ou substituídos a qualquer momento pelos governos do Brasil ou do Paraguai. A normativa consta no Artigo 12 do Anexo A do Tratado de Itaipu. A edição extra traz ainda a exoneração de André Pepitone do cargo de diretor financeiro executivo da Itaipu Binacional, que fica em vacância.

Empregando mais de 3.600 pessoas, o Brasil abriga a primeira instalação de geração de energia totalmente integrada, totalmente renovável e totalmente associada do mundo através do Complexo Renovável NEOENERGIA

O Complexo Renovável da Neoenergia pode gerar energia o suficiente para suprir a demanda de 1,3 milhões de residências Na próxima quarta-feira (22), a Neoenergia inaugura o primeiro complexo brasileiro de geração de energia renovável com armazenamento de energia correlata. O Complexo Renovável da Neoenergia é uma instalação inédita no sertão da Paraíba, onde são combinadas as energias eólica e solar da Neoenergia Chafariz e da Neoenergia Luzia. Por meio da subestação Neoenergia Santa Luzia II e da respectiva linha de transmissão, os parques são interligados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Serão gastos cerca de R$ 3,5 bilhões. O Complexo Renovável da Neoenergia gera 0,6 GW de energia elétrica, o suficiente para abastecer 1,3 milhão de residências anualmente. A sinergia do projeto entre os ativos dos parques eólicos e solares e a linha de transmissão e subestação o torna inédito no país. Esta qualidade, decorrente da complementaridade das fontes, maximiza o aproveitamento da rede de transmissão. Com isso, a Neoenergia atende à demanda de expansão do SIN, amplia seu portfólio de energia limpa, reafirma sua dedicação ao desenvolvimento inovador, eficiente e sustentável do setor energético brasileiro e se firma como líder na expansão da liberalização do mercado por meio da comercialização da energia produzida em um mercado desregulado. O projeto exemplifica um plano holístico para a empresa. Ve-se a geração de energia a partir de fontes renováveis integradas por meio de redes inteligentes como o caminho mais promissor para um futuro mais acessível e sustentável. Noventa por cento da capacidade total instalada já é composta por fontes renováveis graças ao Complexo Neoenergia Renovável. O CEO da Neoenergia, Eduardo Capelastegui, disse que a empresa está pronta para atender à crescente demanda do mercado livre e fornecer um serviço confiável e seguro aos brasileiros. A administração também observa que entidades nacionais e internacionais forneceram financiamento para o projeto. Este empreendimento complementará as empresas existentes da Neoenergia, que atendem a todos os mercados elétricos do Brasil. A rede de distribuição da Neoenergia atinge 16 milhões de residências e empresas nos estados brasileiros da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo e Distrito Federal. ​Sobre a Cerimónia do Complexo Renovável Executivos da Neoenergia e da Iberdrola (empresa espanhola que comanda o empreendimento), incluindo o CEO da Iberdrola, Ignacio Galán, estiveram no evento de lançamento no município de Santa Luzia (PB), localizado a cerca de 300 quilômetros da cidade de Pessoa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-dama Janja Lula da Silva, o governador da Paraíba João Azevêdo e o ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira estavam entre as autoridades governamentais presentes. A proposta da Neoenergia foi elogiada nas redes sociais pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Santa Luzia, no interior da Paraíba, foi transformada por “um complexo de energia renovável que mistura, de forma pioneira, energia solar e eólica”, como ele disse. Ignacio Galán, CEO da Iberdrola, reafirmou a dedicação da empresa ao Brasil, dizendo: “A Iberdrola e a Neoenergia estão, mais do que nunca, dedicadas ao Brasil”. Pretendemos gastar R$ 30 bilhões até 2025. E vamos continuar expandindo nesse ritmo até 2030 para continuarmos atendendo vocês da melhor forma possível”, garantiu. O Complexo Renovável da Neoenergia “é apenas um exemplo do que podemos realizar neste país, com esta iniciativa”, disse o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Para aproveitar melhor o nosso Sistema Interligado Nacional (SIN), nossa administração vai promover cada vez mais esse tipo de solução”, continuou. Particularidades deste projeto da Neoenergia O Complexo Renovável da Neoenergia está distribuído nos municípios paraibanos de Santa Luiza, Areia de Baranas, São José de Sabugi e São Mamede em uma área arrendada de 8.700 ha, dos quais apenas 14% são habitados. Fundada em 2022, a Neoenergia Chafariz tem 471,2 MW de capacidade instalada, composta por 15 parques eólicos e 136 aerogeradores, representando a primeira incursão da empresa na geração solar centralizada. De acordo com a estratégia de posicionamento na liberalização do mercado brasileiro de energia, a energia gerada será distribuída ao Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e ao Ambiente de Contratação Livre (ACL). Este empreendimento complementará as empresas existentes da Neoenergia, que atendem a todos os mercados elétricos do Brasil. Nos estados da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo e Distrito Federal, a Neoenergia distribui energia elétrica para um total de 16 milhões de clientes. Esse projeto inédito que pode ter outros precedentes futuramente Um desenvolvimento legislativo relativamente novo no país, a noção de hibridação de fontes e otimização do setor inclui a geração associada de várias fontes de energia. A aprovação do processo de projeto da Neoenergia pela Aneel no segundo semestre de 2022 a tornou pioneira no Brasil. Com o avanço tecnológico e a otimização da rede de transmissão, esse plano visou maximizar os recursos dos complexos eólicos e solares. Juntas, a usina e a linha de transmissão inauguram uma nova abordagem para fazer negócios que valoriza a sinergia entre as duas em termos de como alocam recursos e com que eficácia produzem resultados “, Laura Port, chefe da divisão de Renováveis, estresses. A Neoenergia teve um ano sólido em 2022, com lucro de R$ 4,7 bilhões – 20% a mais do que em 2021 – graças, em grande parte, ao sucesso de sua divisão de Renováveis. O lucro dos negócios no ano foi de R$ 314 milhões, um aumento de 1.156% em relação ao ano anterior. Além disso, a geração solar e eólica da empresa aumentou 70%, para 3.934 GWh, em relação a 2021. Exemplificando a força expressiva de seus dados, a matriz eólica registrou um ganho de 66,15% no final do ano, ou 3.843 GWh. Naquela época, os painéis solares produziam 91 GWh de energia. Operação do Complexo Renovável A subestação e a linha de transmissão de 345 quilômetros fornecerão conexão confiável à rede. Trabalhando juntas, as duas fontes renováveis de energia podem ser melhor gerenciadas, custos reduzidos e todo o seu potencial, incluindo o sistema de transmissão, pode ser utilizado. Podemos garantir uma rede estável usando fontes de energia renováveis para geração

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