25 anos de experiência no mercado de energia

Transmissão é vista como um marco para destravar renováveis

Ministro da Casa Civil, Rui Costa, destacou a prioridade para novos leilões de linhas para acabar com o gargalo de eólicas e solares. O ministro chefe de Casa Civil, Rui Costa, anunciou que vai discutir com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e também com a Aneel, o destravamento de investimentos na área de energia, destacando como marco importante dessa discussão a liberação de leilões de transmissão. “Nós temos muitos projetos hoje. Não só projetos de energia solar, energia eólica, mas projetos híbridos. E feitos não apenas para leilões públicos, mas para o mercado livre de energia, que não podem ser viabilizados porque não tem linha de transmissão,” disse nesta quarta-feira, 12 de abril, após participar do Fórum da Abdib. Segundo o ministro, a estimativa é de que 15% da energia solar e eólica gerada hoje não esteja conseguindo chegar ao consumidor por falta de infraestrutura de escoamento. Costa destacou que além de fazer chegar a energia renovável ao centro de consumo, barateando o custo da energia para o consumidor, vai ser possível dar viabilidade a muitos projetos que estão licenciados para atendimento ao ambiente livre. A interação com o MME também será no sentido de buscar soluções mais eficazes para que as novas concessões contratadas em leilões possam ter equilíbrio e custos mais baixos. Novo PAC O governo pretende lançar até o final de maio o novo plano de investimentos nos moldes do antigo Programa de Aceleração do Crescimento dos mandatos anteriores do governo do PT. A proposta atual, no entanto, deve ser menos lastreada no orçamento da União, agregando dessa vez  mas recursos privados, por meio de concessões e Parcerias Público Privadas, disse o ministro. A ideia também é onerar menos as PPPs de áreas como saúde, educação e mobilidade urbana. Ainda sobre as parcerias, o ministro disse que está negociando com o Ministério da Fazenda as condições para a criação de um fundo garantidor  que vai alavancar os projetos, e prometeu celeridade nesse tipo de contratação. “Queremos lançar essa ideia da garantia conjuntamente com o novo plano de investimento. Porque no antigo PAC o investimento era o orçamento geral da união, somado ao orçamento de estados e municípios. “Dadas as limitações orçamentárias tanto da União quanto dos estados e municípios, nos vamos agregar uma quantidade consistente de recursos através de concessões e de PPPs. Com isso, nós podemos antecipar muitos projetos, muitos investimentos, porque a PPP começa a ser paga a partir da efetivação do serviço.” Na reunião ministerial com o balanço dos 100 dias de governo, o presidente Lula já tinha anunciado para o mês que vem a definição da carteira de obras do novo programa, a partir de informações levantadas pelos ministérios e também fornecidas por estados e municípios. O governo fala em cerca de 16 mil obras paralisadas no país. A Casa civil iniciou uma serie de reuniões com agências reguladoras para discutir a situação das concessões, começando com as da área de transporte, onde há muitos casos de inadimplência no cumprimento dos contratos e judicialização.

Reservatórios do Sul operam com 84,2% da capacidade

Os reservatórios do Sul tiveram níveis estáveis na última segunda-feira, 11 de abril, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O subsistema trabalha com 84,2% de sua capacidade. A energia armazenada marca 17.224 MW mês e ENA é de 5.597 MW med, equivalente a 72% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. As UHEs G.B Munhoz e Passo Fundo funcionam com 99,68% e 80,33%, respectivamente. A região Nordeste teve queda de 0,1 p.p e está operando com 91,5% de sua capacidade. A energia retida é de 15.040 MW mês e ENA aponta 30.161 MW med, valor que corresponde a 73% da MLT. A hidrelétrica de Sobradinho marca 94,41%. Já o submercado do Sudeste/Centro-Oeste subiu 0,2 p.p e operava com 85,1% do armazenamento. A energia armazenada mostra 174.082 MW mês e a ENA aparece com 55.590 MW med, o mesmo que 80% da MLT. Furnas admite 99,67% e a usina de Emborcação marca 71,61%. A Região Norte diminuiu 0,1 p.p e trabalha com 98,3%. A energia armazenada indica 15.040 MW mês e a energia natural afluente computa 30.161 MW med, correspondendo a 73% da MLT. A UHE Tucuruí segue com 99,15%.

Região SE/CO cresce 0,1 p.p e opera com 85,2% da capacidade

Sul teve níveis estáveis, Norte e Nordeste diminuiram 0,3 p.p e 0,1 p.p, respectivamente O submercado do Sudeste/Centro-Oeste apresentou aumento de 0,1 ponto percentual e a capacidade está em 85,2% na última terça-feira, 11 de abril, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia armazenada mostra 174.401 MW mês e a ENA é de 56.415 MW med, valor que corresponde a 80% da MLT. Furnas admite 99,59% e a usina de Nova Ponte marca 73,11%. A Região Sul continuou com níveis estáveis e está operando com 84,2% da capacidade. A energia armazenada marca 17.223 MW mês e ENA é de 5.165 MW med, equivalente a 73% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. As UHEs G.B Munhoz e Passo Fundo funcionam com 99,57% e 80,42% respectivamente. Os reservatórios do Norte diminuíram 0,3 p.p e estão com 98% da capacidade. A energia armazenada marca 15.004 MW mês e ENA é de 29.479 MW med, equivalente a 73% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A UHE Tucuruí segue com 98,77%. A Região Nordeste tiveram queda de 0,1 p.p e operava com 91% da sua capacidade. A energia armazenada indica 47.060 MW mês e a energia natural afluente computa 4.040 MW med, correspondendo a 41% da MLT. A hidrelétrica de Sobradinho marca 94,41%.

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