Mercado financeiro projeta Selic a 9% em 2024

Em relação à inflação, os especialistas reduziram a 3,91% a expectativa para 2024 Reuters – Analistas consultados pelo Banco Central passaram a ver a taxa básica de juros mais baixa em 2024 ao mesmo tempo em que reduziram as perspectivas para a inflação, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta terça-feira. O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, mostrou que a expectativa agora é de que a Selic termine 2024 a 9,0%, depois de sete semanas calculando a taxa a 9,25% no final do período. A Selic encerra 2023 a 11,75% depois de o Banco Central ter promovido o quarto corte consecutivo de 0,5 ponto percentual no início deste mês, afirmando que sua diretoria antevê cortes na mesma intensidade nas próximas reuniões. Em relação à inflação, os especialistas reduziram pela terceira vez seguida a projeção para a alta do IPCA este ano, calculada agora em 4,46%, de 4,49% antes, portanto abaixo do teto da meta. Para 2024 o ajuste foi de 0,02 ponto percentual para baixo, a 3,91%, enquanto que para os dois anos seguintes os especialistas consultados continuam vendo inflação de 3,5%. O centro da meta oficial para a inflação em 2023 é de 3,25% e para 2024, 2025 e 2026 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento para este ano segue em 2,92%, e para 2024 subiu 0,01 ponto, a 1,52%.
O impressionante recorde do agronegócio em 2023

O crescimento foi superior a 3% em valor e de quase 10% em volume, na comparação com o mesmo período de 2022 Os principais impulsionadores dos negócios, segundo a pasta, foram os setores do complexo soja, complexosucroenergético e cereais, farinhas e preparações.Em termos de região, a Ásia destacou-se como o principal destino (foram 74,60 bilhões de dólares em exportações).Na sequência veio a União Europeia, com 18,43 bilhões de dólares.A China manteve-se com importante destaque, absorvendo 51,10 bilhões de dólares em exportações fonte: https://veja.abril.com.br/