25 anos de experiência no mercado de energia

Startup brasileira desenvolve robô capaz de plantar até 1800 mudas por hora em grandes áreas da silvicultura

A AutoAgroMachines, startup 100% brasileira que desenvolve máquinas autônomas e inteligentes para o agronegócio, traz ao mercado tecnologia inovadora para resolver os problemas de reflorestamento e silvicultura. Em fase final de testes, a Forest.bot “Instalação” usa inteligência artificial no plantio automatizado de mudas em grandes áreas. Construído em parceria com a Incomagri, fabricante de máquinas agrícolas,  em Itapira (interior de São Paulo), o robô já vem atraindo a atenção de grandes players, como Eldorado e Suzano, por sua capacidade de plantio, tecnologia e eficiência – a máquina  pode plantar até 1800 mudas por hora, com melhores resultados para silvicultura, como em florestas de plantio comercial onde é extraído material para a produção de papel, celulose e madeira. Marcello Guimarães, fundador da empresa e criador da Forest.Bot, destaca que o sucesso do projeto acontece não apenas pelo potencial quantitativo de plantio, mas também pela tecnologia, já patenteada, que diferentemente de outras máquinas existentes no mercado, conta com um sistema de plantio deslizante, permitindo que o bico responsável por inserir a muda no solo não deslize na terra enquanto a máquina anda. “Esse mecanismo evita que o bico arraste a muda pelo solo, enquanto outros equipamentos costumam provocar falhas na hora de encaixar a muda perpendicularmente em relação ao céu, exigindo ajuste manual posterior. Isso acaba atrapalhando todo o desenvolvimento da árvore”, explica Guimarães. Além disso, o sistema garante que a muda seja plantada sem exposição do substrato onde está a raiz – que não pode ficar fora da terra – e nem afogamento do coleto – que não pode ficar dentro da terra. Todo o processo é realizado automaticamente, com recursos de inteligência artificial, que verifica em tempo real a qualidade no plantio de cada muda e cria um mapa georreferenciado com as informações de cada muda para uso posterior pelos sistemas mecanizados de manejo florestal, como, irrigação ótica e inteligente, adubação ponto a ponto, combate a pragas, inventário florestal e sanidade da floresta. De acordo com Guimarães, mecanismos de precisão são importantes para o trabalho no campo tanto por melhorar a produção em fábricas, como também por ocupar um espaço central nas estratégias de sustentabilidade das empresas. “O Brasil está entre os países que mais emitem CO₂ no mundo em decorrência do desmatamento. Parar de desmatar não é mais a única solução para o problema, é  preciso ter ações urgentes que contribuam para a recuperação de áreas degradadas. A Forest.Bot é uma solução ágil que pode auxiliar as principais organizações que atuam em prol da sustentabilidade no mundo”, destaca o fundador da AutoAgroMachines. Para alcançar a versão atual do projeto, Guimarães desenvolveu outros nove protótipos ao longo de oito anos. Cada evolução contribuiu para aumentar a capacidade da máquina e seu lançamento já chega com expectativas por parte do mercado. Além do interesse de Suzano e Eldorado, outras grandes empresas estão se mantendo de olho, vindas da Austrália, Canadá, América Latina, África e Europa. A Forest.Bot chega  ao mercado com o custo inicial de R$ 2,98 milhões e os planos da AutoAgroMachines são ambiciosos, com expectativa de comercializar até 6.500 máquinas nos próximos dez anos. “Estamos otimistas com as oportunidades, porque temos um sistema único no mercado. No futuro, queremos chegar a versões que tenham a capacidade de plantar mais de 3.600 mil mudas por hora. Ou seja, ela é o ponto de partida para a automação total do manejo da floresta”, conclui.

Copel anuncia novas vagas de emprego; Oportunidades para engenheiros, técnicos e mais até novembro de 2024

Escrito por Rafaela Fabris Publicado em 06/09/2024 às 20:58 A Copel abre oportunidades de emprego no Rio Grande do Norte, com vagas para engenheiros e técnicos, disponíveis até novembro de 2024. A Copel, uma das maiores empresas de energia do Brasil, oferece vagas de emprego em várias áreas, com inscrições abertas até novembro de 2024. As posições incluem oportunidades para engenheiros e técnicos em diferentes regiões do país. As vagas disponibilizadas pela Copel abrangem cargos estratégicos na manutenção de sistemas eletromecânicos, essenciais para garantir o funcionamento de suas operações de geração e distribuição de energia. Os interessados têm até novembro para se inscrever. Benefícios  A Copel proporciona um ambiente de trabalho que valoriza o desenvolvimento profissional e a inovação. Os colaboradores contam com benefícios atrativos, como plano de saúde, vale-alimentação e programas de capacitação, além de atuarem em uma empresa comprometida com a sustentabilidade. Processo seletivo O processo seletivo da Copel inclui várias etapas, começando pelo cadastro, seguido por entrevistas com gestores e finalizando com a contratação. A empresa busca profissionais qualificados, com experiência em manutenção eletromecânica e que estejam alinhados com os valores de responsabilidade e inovação. Vagas de emprego na Copel Sobre a Copel A Copel é uma das maiores empresas de energia integradas do Brasil, com atuação nos setores de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia. Com foco em sustentabilidade, a empresa tem como missão prover energia e soluções inovadoras para o desenvolvimento econômico e social. Nos últimos anos, a Copel consolidou sua posição como uma corporação de referência, investindo em inovação e na capacitação de seus profissionais. A empresa se destaca por seu compromisso com a ética, a responsabilidade social e a segurança em suas operações, sempre priorizando o bem-estar de seus colaboradores. Comentário do Engenheiro e CEO da ENERCONS Ivo Pugnaloni Para o CEO da ENERCONS, engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni, a carga no sistema elétrico que essa nova unidade industrial vai acrescentar não poderá ser sustentada por geração solar, altamente influenciada por dias nublados, chuvosos e pelo inexorável horário depois das 16 horas, quando o sol vai se pondo. “Só fontes hidrelétricas ou termelétricas podem suprir cargas como essa, pois são permanentes. Resta saber se o Ministério de Minas e Energia vai preferir gerar energia elétrica com água nacional, ou com derivados de petróleo importados, caríssimos e poluentes” comentou. Pugnaloni lamentou estar ainda paralisada nas assessorias do MME , há três anos, a precificação das externalidades ( benefícios e prejuízos adicionais ao meio ambiente) de cada fonte. “Talvez seja a ação dos poderosos “lobbies” aos quais se referiu o próprio ministro Silveira na sua excelente entrevista à CNN, semana passada”, disse o executivo que foi diretor de planejamento da COPEL , concessionária do Paraná. “Não há como negar que as assessorias do MME estarão fazendo o governo incorrer em grave risco de judicialização caso o Leilão de Reserva de Capacidade não venha a atender ao artigo 26, parágrafo 1-G que determina que todos os benefícios ambientais e de garantia de fornecimento sejam considerados, nos certames como esse, que envolvem centenas de bilhões de reais em energia elétrica, disse ele. “Vejam leitores o que diz a Lei 9784/99 Art. 26 § 1º-G. “O Poder Executivo federal definirá diretrizes para a implementação, no setor elétrico, de mecanismos para a consideração dos benefícios ambientais, em consonância com mecanismos para a garantia da segurança do suprimento e da competitividade, no prazo de 12 (doze) meses, contado a partir da data de publicação deste parágrafo. Se isso não aconteceu, o MME corre o risco de um mandado de segurança interromper todo esse processo de compra enorme, pois a data de publicação deste parágrafo foi 01.03.21. E quem aviusa, geralmente, amigo é”, adendou. “O atual governo brasileiro precisa entender, de uma vez por todas, que não basta geração solar e eólica para fazer a transição energética, pois elas são fontes intermitentes. Param de uma hora para a outra de produzir. Essas duas fontes são muito boas, mas tem esse grave defeito. Sem novas hidrelétricas para completar a geração faltante da solar e eólica a cada momento, a nossa matriz vai ter que usar cada vez mais termelétricas que já são, graças às manobras desses lobbies, mais de 37% da capacidade instalada do Brasil”, concluiu preocupado Ivo Pugnaloni.

Brasil tem 56% das indústrias funcionando em plena capacidade, diz pesquisa

Índice é o maior desde dezembro de 2022 e janeiro de 2023, quando registraram 48%;Centro-Oeste e Norte tiveram saldo mais positivo O Brasil tem 56% das micro e pequenas indústrias funcionando em plena capacidade, segundo a Pesquisa Indicador Nacional de Atividade da Micro e Pequena Indústria, divulgada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria nesta sexta-feira (6). O índice é o maior desde dezembro de 2022 e janeiro do ano passado, quando registraram 48%. O Centro-Oeste e o Norte são as regiões com o saldo mais positivo com 64%, seguido do Sul, com 59%. Para a pesquisa foram realizadas 712 entrevistas a funcionários de micro e pequenas empresas, de regiões metropolitanas e do interior de São Paulo. A margem de erro máxima para o total da amostra é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos considerando um intervalo de confiança de 95%. Os dados foram colhidos entre 15 e 31 de julho deste ano. A pesquisa mostra que as micro empresas tem 55% da produção e prestação de serviço funcionando, 23% com parte das atividades paradas. Já as pequenas indústrias o número é um pouco maior, são 66% funcionando, 27% com alguns serviços parados. As atividades totalmente paradas representam 18% e 6%, respectivamente. De acordo com a avaliação dos funcionários em relação à situação atual da empresa, cerca de 52% acreditam que o trabalho seguirá com boa satisfação, enquanto 11% tem um pensamento mais pessimista. Nas regiões, o Centro Oeste/Norte segue sendo a mais otimista com 59% das empresas analisando o cenário como positivo. Em relação a expectativa da empresa nos próximos meses, 48% acreditam em uma melhora, enquanto 10% concordam em uma piora. Além disso, o número de empresas que acreditam que o poder de compra deve diminuir caiu de 51% no bimestre anterior (abril e maio) para 44%, e 39% acreditam que haverá estabilidade.

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