Mineradora Vale procura mais de 120 profissionais de nível médio e superior: há vagas home-office e para quem não tem experiência, não há limite de idade e todo o Brasil pode se candidatar!

Vagas de emprego Home-office, híbridas e presenciais para candidatos com e sem experiência em complexo industrial, dispostos a trabalhar em obras da mineradora Vale Muitas vagas de nível médio, técnico e superior em diversos cargos nas áreas de engenharia, administração, tecnologia mais, para trabalhar na multinacional brasileira Vale – uma das maiores empresas de mineração do mundo, com posição de liderança nos segmentos de minério de ferro e níquel. Não perca tempo, cadastre agora o seu currículo! A Vale, a maior empresa do Brasil em valor de mercado, é uma das maiores empresas de mineração do mundo e também a maior produtora de minério de ferro, de pelotas e de níquel, com participações nos setores de energia elétrica e logística. Também produz cobre, cobalto e outros metais preciosos. Confira abaixo as vagas de emprego para trabalhar em uma das maiores empresas de mineração do mundo, nos segmentos de minério de ferro e níquel Gestão e Coordenação Engenharia, Geologia e Geotécnica Os candidatos aprovados para as vagas de emprego na Mineradora Vale terão acesso a um conjunto abrangente de benefícios Entre esses benefícios estão: a Previdência Privada, que oferece segurança financeira a longo prazo, e o Vale Alimentação extra para o Natal, visando contribuir para as celebrações de fim de ano. Outros benefícios incluem o Programa Bem-Estar, Auxílio Funeral, descontos para aluguel de carros, Vale Alimentação regular, participação nos lucros e resultados através do PLR, acesso ao Gympass, Seguro de Vida em Grupo, e o Apoiar – um programa de assistência aos empregados e seus dependentes. Adicionalmente, são oferecidos Vale Refeição ou refeições no local de trabalho, reembolso para Creche ou Auxílio Babá, bem como ampla Assistência Médica e Hospitalar, incluindo serviços odontológicos, farmacológicos e vacinas preventivas contra doenças infectocontagiosas, além de opções de transporte fretado ou Vale Transporte. Inscrição Inscrição: os interessados nas vagas acima, devem clicar aqui para cadastrar o currículo.
Escassez de mão de obra: além do TI, existe outro setor que, mesmo pagando quase R$ 100 mil por mês, tem vagas e sofre para contratar

Apesar de salários altos que chegam a R$ 96 mil mensais, um setor enfrenta dificuldades para preencher vagas. Enquanto o setor de tecnologia brilha com salários astronômicos e oportunidades quase ilimitadas, existe outro campo igualmente desafiador, que mesmo oferecendo remunerações na casa dos seis dígitos, enfrenta uma crise para preencher vagas. A luta não é apenas para atrair talentos, mas para retê-los em um ambiente onde a competição por profissionais qualificados é intensa. E o mais curioso? O setor em questão não é aquele que você imagina à primeira vista. De acordo com um levantamento recente da Robert Half, o setor financeiro oferece salários que podem chegar a até R$ 96 mil por mês para cargos de alta gestão. Contudo, mesmo com valores tão expressivos, a demanda por líderes e profissionais especializados em finanças continua a crescer. Este fenômeno de escassez de mão de obra não se restringe mais ao mundo do TI; agora, o mercado financeiro também sofre com a falta de talentos capacitados. Por que, então, é tão difícil preencher essas posições? O enigma dos altos salários no setor financeiro Os profissionais de finanças estão cada vez mais valorizados, e com razão. Habilidades como análise estratégica, liderança inspiradora e a capacidade de navegar por incertezas econômicas são mais importantes do que nunca. Um estudo recente da consultoria PageGroup revelou que, atualmente, oito em cada dez profissionais desse setor não desejam trocar de emprego, mesmo diante de ofertas tentadoras de outras empresas. Uma das principais razões para essa lealdade é a prática comum de oferecer contrapropostas salariais, promoções internas ou mesmo transferências de executivos para outras áreas dentro da empresa. Segundo o levantamento da PageGroup, as companhias estão investindo pesado para manter seus talentos, reconhecendo que, muitas vezes, reter um profissional experiente pode ser mais vantajoso do que contratar novos. A busca por líderes financeiros continua Apesar dos esforços para manter os funcionários, ainda há muitas vagas abertas no setor. De acordo com uma rápida pesquisa no LinkedIn, existem atualmente mais de 1.600 posições disponíveis na área financeira. E a tendência é que esse número cresça ainda mais nos próximos meses. A consultoria Michael Page destaca que, com o aumento das incertezas econômicas, as empresas estão buscando profissionais que vão além da expertise técnica. O Estudo de Remuneração 2024 da Michael Page mostra que líderes financeiros com visão estratégica são os mais requisitados. Empresas não buscam apenas quem entende de números, mas quem sabe transformá-los em estratégias assertivas. Esses líderes são essenciais para guiar as organizações em tempos de crise, conectando as finanças ao contexto mais amplo dos negócios. onforme o estudo, “é esperado que os profissionais saibam participar de discussões sobre negócios em alta, conheçam os segmentos de atuação da empresa e traduzam isso em estratégias financeiras”. O caminho para se destacar no setor financeiro Com a alta demanda por líderes no setor financeiro, é essencial que os profissionais busquem aprimoramento constante. Uma boa oportunidade para isso é o Pré-MBA em Finanças Corporativas oferecido pela Faculdade EXAME. Entre os dias 16 e 24 de setembro de 2024, o curso introduz os participantes ao universo das finanças corporativas e oferece uma excelente chance para aqueles que desejam se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. O treinamento, composto por quatro aulas virtuais, cobre temas essenciais como análise financeira, gestão de riscos e planejamento estratégico. Os participantes receberão um certificado de participação, que pode ser um diferencial importante no currículo para quem busca avançar na carreira ou conquistar novas oportunidades. Além disso, a Faculdade EXAME está oferecendo uma condição especial por tempo limitado: por apenas R$ 37, é possível garantir o acesso às aulas, uma redução significativa em relação ao preço original de R$ 397. Oportunidade ou desafio? Com salários que podem ultrapassar os R$ 96 mil mensais e um mercado sedento por líderes estratégicos, o setor financeiro está mais aquecido do que nunca. Contudo, a escassez de talentos capacitados é um obstáculo que precisa ser enfrentado. Será que a educação continuada e a retenção interna são suficientes para suprir a demanda, ou estamos caminhando para um cenário onde nem os salários exorbitantes serão capazes de atrair os profissionais certos?
Siderúrgicas dos EUA pedem aumento das tarifas contra aço brasileiro…

Gigantes do setor norte-americano afirmam que a elevação de importações prejudicou a produção e o lucro da indústria local. Siderúrgicas dos EUA enviaram um pedido ao Departamento de Comércio e à Comissão de Comércio Internacional do país para aplicar tarifas contra as importações de aço laminado plano resistente à corrosão de 10 países, dentre eles o Brasil. A justificativa da petição é que está sendo feito dumping –venda de produtos abaixo do custo de produção– que por sua vez tem resultado em uma piora dos índices de produção e lucro das companhias norte-americanas. A petição é assinada pelas companhias Steel Dynamics, Nucor, US Steel, Wheeling-Nippon Steel e pelo sindicato nacional dos metalúrgicos dos EUA. Além da tarifa antidumping, as empresas ainda pedem que as tarifas contra importações de aço laminado resiste à corrosão do Brasil, Canadá, México e Vietnã sejam aumentadas. Os demais países citados no documento que devem ter tarifa antidumping são: Austrália; Holanda; África do Sul; Taiwan; Turquia; e Emirados Árabes Unidos. “As importações de aço plano resistente à corrosão destes países quase duplicaram, passando de 690 mil toneladas no 1º semestre de 2023 para 1,35 milhão de toneladas no 1º semestre de 2024. Essas importações estão destruindo bons empregos sindicais nos EUA e causando danos às empresas norte-americanas”, disse o presidente do sindicato dos metalúrgicos, David McCall. Leia a íntegra da nota (PDF – 58 kB, em inglês). A partir da entrega da petição, o Departamento de Comércio e a Comissão de Comércio Internacional devem analisar o pleito em um prazo de 20 e 45 dias, respectivamente. O processo que determinará o aumento ou não das taxações deve ser concluído no 2º semestre de 2025. Ao Poder360, o Ministério da Indústria e Comércio informou que tomou conhecimento da petição na 5ª feira (5.set) e que agora aguarda os desdobramentos do caso. Se for instaurada uma investigação contra a indústria siderúrgica brasileira, o ministério afirmou que defenderá os interesses das empresas brasileiras. Leia a íntegra do comunicado: “O governo brasileiro tomou conhecimento ontem (5/9/2024) de petição para investigação de dumping e de subsídios nas exportações brasileiras de aço resistente à corrosão (“Corrosion-Resistant Steel Products”), protocolada junto ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos pelas empresas Steel Dynamics, Inc., Nucor Corporation, United StatesSteel Corporation e Wheeling-Nippon Steel, Inc. (“Wheeling-Nippon”). “O pedido de investigação envolve também as exportações originárias da Austrália, Canadá, México, Holanda, África do Sul, Taipé Chinês, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Vietnã. “Caso a investigação seja de fato iniciada, o governo brasileiro atuará, como de praxe, para apoiar as empresas brasileiras no contexto dessas investigações, garantindo que o processo respeite o direito de defesa dessas empresas e fiscalizando o cumprimento dos acordos multilaterais pertinentes (Acordo Antidumping e Acordo sobre Subsídios e Medidas Compensatórias) no decorrer dos procedimentos, com vistas a defender os interesses exportadores do Brasil.” O Instituto Aço Brasil, que representa as empresas de siderurgia no país, declarou ao Poder360 que não comentará. Comentário do Engenheiro e CEO da ENERCONS Ivo Pugnaloni Para o CEO da ENERCONS, engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni, a carga no sistema elétrico que essa nova unidade industrial vai acrescentar não poderá ser sustentada por geração solar, altamente influenciada por dias nublados, chuvosos e pelo inexorável horário depois das 16 horas, quando o sol vai se pondo. “Só fontes hidrelétricas ou termelétricas podem suprir cargas como essa, pois são permanentes. Resta saber se o Ministério de Minas e Energia vai preferir gerar energia elétrica com água nacional, ou com derivados de petróleo importados, caríssimos e poluentes” comentou. Pugnaloni lamentou estar ainda paralisada nas assessorias do MME , há três anos, a precificação das externalidades ( benefícios e prejuízos adicionais ao meio ambiente) de cada fonte. “Talvez seja a ação dos poderosos “lobbies” aos quais se referiu o próprio ministro Silveira na sua excelente entrevista à CNN, semana passada”, disse o executivo que foi diretor de planejamento da COPEL , concessionária do Paraná. “Não há como negar que as assessorias do MME estarão fazendo o governo incorrer em grave risco de judicialização caso o Leilão de Reserva de Capacidade não venha a atender ao artigo 26, parágrafo 1-G que determina que todos os benefícios ambientais e de garantia de fornecimento sejam considerados, nos certames como esse, que envolvem centenas de bilhões de reais em energia elétrica, disse ele. “Vejam leitores o que diz a Lei 9784/99 Art. 26 § 1º-G. “O Poder Executivo federal definirá diretrizes para a implementação, no setor elétrico, de mecanismos para a consideração dos benefícios ambientais, em consonância com mecanismos para a garantia da segurança do suprimento e da competitividade, no prazo de 12 (doze) meses, contado a partir da data de publicação deste parágrafo. Se isso não aconteceu, o MME corre o risco de um mandado de segurança interromper todo esse processo de compra enorme, pois a data de publicação deste parágrafo foi 01.03.21. E quem aviusa, geralmente, amigo é”, adendou. “O atual governo brasileiro precisa entender, de uma vez por todas, que não basta geração solar e eólica para fazer a transição energética, pois elas são fontes intermitentes. Param de uma hora para a outra de produzir. Essas duas fontes são muito boas, mas tem esse grave defeito. Sem novas hidrelétricas para completar a geração faltante da solar e eólica a cada momento, a nossa matriz vai ter que usar cada vez mais termelétricas que já são, graças às manobras desses lobbies, mais de 37% da capacidade instalada do Brasil”, concluiu preocupado Ivo Pugnaloni. L .
ANEEL habilita 19 PCHs a avançarem nos processos de licenciamento ambiental

Novos procedimentos permitem agilizar as análises para a emissão do DRS-PCH Publicado em 13/09/2024 14h06 A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou nesta sexta-feira (13/9) no Diário Oficial despachos de 19 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) registrando a a Adequabilidade dos projetos com os Estudos de Inventário e com o uso do potencial hidráulico (DRS-PCH) a partir da simplificação dos procedimentos de análise. A agilização dos processos de análise dos projetos básicos também pretende estimular a competitividade desta fonte de geração. Os despachos têm a finalidade de permitir aos empreendedores das PCHs solicitarem o licenciamento ambiental junto aos órgãos competentes. A vigência da DRS-PCH é de até oito anos, prazo para serem requeridas as outorgas dos empreendimentos junto a ANEEL. Comentário do Engenheiro e CEO da ENERCONS Ivo Pugnaloni. Para o CEO da ENERCONS, engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni, a carga no sistema elétrico que essa nova unidade industrial vai acrescentar não poderá ser sustentada por geração solar, altamente influenciada por dias nublados, chuvosos e pelo inexorável horário depois das 16 horas, quando o sol vai se pondo. “Só fontes hidrelétricas ou termelétricas podem suprir cargas como essa, pois são permanentes. Resta saber se o Ministério de Minas e Energia vai preferir gerar energia elétrica com água nacional, ou com derivados de petróleo importados, caríssimos e poluentes” comentou. Pugnaloni lamentou estar ainda paralisada nas assessorias do MME , há três anos, a precificação das externalidades ( benefícios e prejuízos adicionais ao meio ambiente) de cada fonte. “Talvez seja a ação dos poderosos “lobbies” aos quais se referiu o próprio ministro Silveira na sua excelente entrevista à CNN, semana passada”, disse o executivo que foi diretor de planejamento da COPEL , concessionária do Paraná. “Não há como negar que as assessorias do MME estarão fazendo o governo incorrer em grave risco de judicialização caso o Leilão de Reserva de Capacidade não venha a atender ao artigo 26, parágrafo 1-G que determina que todos os benefícios ambientais e de garantia de fornecimento sejam considerados, nos certames como esse, que envolvem centenas de bilhões de reais em energia elétrica, disse ele. “Vejam leitores o que diz a Lei 9784/99 Art. 26 § 1º-G. “O Poder Executivo federal definirá diretrizes para a implementação, no setor elétrico, de mecanismos para a consideração dos benefícios ambientais, em consonância com mecanismos para a garantia da segurança do suprimento e da competitividade, no prazo de 12 (doze) meses, contado a partir da data de publicação deste parágrafo. Se isso não aconteceu, o MME corre o risco de um mandado de segurança interromper todo esse processo de compra enorme, pois a data de publicação deste parágrafo foi 01.03.21. E quem aviusa, geralmente, amigo é”, adendou. “O atual governo brasileiro precisa entender, de uma vez por todas, que não basta geração solar e eólica para fazer a transição energética, pois elas são fontes intermitentes. Param de uma hora para a outra de produzir. Essas duas fontes são muito boas, mas tem esse grave defeito. Sem novas hidrelétricas para completar a geração faltante da solar e eólica a cada momento, a nossa matriz vai ter que usar cada vez mais termelétricas que já são, graças às manobras desses lobbies, mais de 37% da capacidade instalada do Brasil”, concluiu preocupado Ivo Pugnaloni.