25 anos de experiência no mercado de energia

Porto do Açu lidera inovação sustentável com acordo para produção de e-metanol com HIF Global

Porto do Açu e HIF Global assinam contrato para desenvolver produção de e-metanol, promovendo desenvolvimento sustentável e transição energética no Brasil. O Porto do Açu estabeleceu uma nova parceria com a HIF Global, visando à produção de e-metanol. Esse contrato de reserva de área fortalece o compromisso das empresas com a sustentabilidade e a transição energética no Brasil. A colaboração foi anunciada em um evento significativo no setor de energia, marcando um passo importante nessa jornada. A localização estratégica do Porto do Açu no litoral brasileiro cria oportunidades consideráveis para o desenvolvimento do complexo porto-indústria privado. Essa aliança reforça a posição do Porto do Açu como um facilitador essencial na produção de combustíveis verdes. Esse projeto inovador promete impulsionar a cadeia de valor no contexto energético. Em resumo, o Porto do Açu se consolida como um hub crítico para progressos industriais no país. Porto do Açu firma contrato com a HIF Global Neste ano, no Rio de Janeiro, a movimentação em prol da sustentabilidade e da inovação ganha força com o Porto do Açu. Em 24 de setembro de 2024, o Porto, um dos mais relevantes do Brasil, assinou um contrato de reserva de área com a HIF Global, uma empresa multinacional especializada em e-combustíveis. A HIF se dedica ao desenvolvimento de projetos que visam enfrentar as alterações climáticas. O acordo foi formalizado durante a ROG, a principal feira de energia do Brasil. A HIF Global garantiu uma área dentro do hub pré-licenciado de hidrogênio e derivados do complexo portuário para instalar uma planta de produção de e-metanol, um combustível limpo e altamente inovador. A produção utilizará hidrogênio gerado a partir de fontes de energia renováveis, assim como CO2 reciclado. Inovação no Porto do Açu e a Matriz Energética Este processo não apenas contribui para a descarbonização da matriz energética, mas também posiciona o Brasil como líder na produção de combustíveis sustentáveis, abrangendo desde o transporte até a geração de energia. Segundo Mauro Andrade, Diretor Executivo de Desenvolvimento de Negócios da Prumo, ‘o nosso acordo com a HIF Global é um marco para o Porto do Açu e para a nossa região nesta nova indústria. Estamos comprometidos em promover o desenvolvimento sustentável e contribuir para um futuro mais limpo e eficiente em termos energéticos.’ A produção de e-metanol no Porto do Açu tem potencial para ser exportada pelo Terminal de Líquidos do complexo porto-indústria privado. O projeto da HIF, que marca um avanço significativo na transição energética do Brasil, fortalece a posição do Porto como um polo nacional e global de hidrogênio verde. Hub de Larga Escala e Energia Renovável no Porto do Açu A iniciativa está alinhada com a estratégia do governo federal de incentivar a inovação e o uso de fontes renováveis de energia, visando metas claras de redução de emissões de carbono e combate às mudanças climáticas. A HIF traz sua experiência internacional e tecnologia avançada para desenvolver este projeto. Cesar Norton, presidente e CEO da HIF Global, destacou: ‘Este é o nosso primeiro empreendimento no Brasil. Operamos a primeira instalação de e-combustíveis do mundo há mais de um ano, comprovando que nossos combustíveis são uma solução real para o combate às alterações climáticas. Estamos entusiasmados com essa colaboração e acreditamos que o Porto do Açu será um pilar fundamental na construção conjunta de um futuro sustentável.’ Porto do Açu: Complexo Portuário e Logístico de Referência O Porto do Açu, localizado no estado do Rio de Janeiro, já possui licença ambiental prévia para o desenvolvimento de um hub de larga escala de hidrogênio e seus derivados. Este complexo portuário se destaca não apenas como um centro logístico e industrial de importância, mas agora também se posiciona como um player significativo no setor de energias renováveis. O projeto visa atrair novos investimentos e impulsionar a economia local. Sobre o Porto do Açu, localizado na região norte do Rio de Janeiro, é o maior complexo porto-indústria privado de águas profundas da América Latina. Começou suas operações em 2014 e é administrado pela Porto do Açu Operações, uma parceria entre a Prumo Logística, controlada pelo EIG, e o Porto de Antuérpia-Bruges Internacional. Porto do Açu e HIF Global: Parceria para um Futuro Sustentável O Porto do Açu já abriga 22 empresas, incluindo clientes e parceiros de classe mundial. Suas atividades em minério, petróleo e gás natural estão consolidadas e em expansão, com um enfoque em projetos de baixo carbono. Por isso, é reconhecido como o porto da transição energética no país. Já a HIF Global, líder mundial em e-combustíveis, desenvolve projetos globalmente para converter energia renovável em e-combustíveis quase carbono neutro, que podem ser usados em motores existentes. A missão e o nome da empresa, HIF (Highly Innovative Fuels), refletem seu compromisso em viabilizar a descarbonização do planeta.’> A HIF produz e-Combustíveis em suas instalações HIF Haru Oni, no sul do Chile, e está desenvolvendo instalações em escala comercial nos Estados Unidos, Uruguai, Austrália e Chile. Para mais informações, visite o site da HIF Global.

Sinop Energia Garante Sustentabilidade ao Tedi Horse Centro Hípico com Certificados de Energia Renovável

Sinop Energia doa 15 I-RECs e neutraliza emissões de carbono no Tedi Horse Centro Hípico de Sinop durante o Campeonato Estadual e ao longo do ano, promovendo energia limpa. A Sinop Energia realizou a doação de 15 I-RECs, ajudando a compensar as emissões de carbono durante o Campeonato Estadual de Hipismo, realizado no Tedi Horse Centro Hípico de Sinop. A iniciativa não apenas contribui para a sustentabilidade do evento, mas também promove o uso de fontes de energia renovável e limpa em nossa sociedade. Além disso, a Sinop Energia, como uma empresa comprometida com práticas sustentáveis, assegurou a neutralização das emissões de carbono no Tedi Horse Centro Hípico ao longo de todo o ano. Este gesto reafirma a dedicação da empresa em promover ações sustentáveis e conscientizar a comunidade sobre a importância da preservação ambiental. Através de esforços como esses, a Sinop Energia fortalece seu papel como líder na promoção de energia limpa. Compromisso Sustentável da Sinop Energia A Sinop Energia neutralizará as emissões de carbono provenientes do consumo de energia resultante da rede de distribuição elétrica do Tedi Horse Centro Hípico de Sinop. O local receberá uma etapa do Campeonato Estadual da modalidade neste fim de semana, nos dias 28 e 29 de setembro. A empresa doou para o evento Certificados de Energia Renovável – conhecidos como I-RECs -, emitidos pela Usina Hidrelétrica (UHE) Sinop, de propriedade da companhia. Estes certificados garantem que a energia produzida pela Usina Hidrelétrica Sinop é renovável e limpa, e segue os critérios de padrões internacionais de rastreamento de atributos ambientais de energia. No total, foram doados 15 I-RECs. Além da neutralização das emissões de carbono nos dias de prova da etapa estadual, essa quantidade de certificados permitirá a neutralização do Tedi Horse durante todo o ano. Sustentabilidade em Foco Mais do que nunca, é imprescindível pensarmos de forma sustentável. Por essa razão, a Sinop Energia está fortemente empenhada em promover práticas que visam um futuro cada vez mais sustentável. Através do I-REC, podemos estimular uma matriz energética mais limpa e, consequentemente, um planeta mais saudável. ‘É nosso compromisso atuar em prol da redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE)’, afirmou Ramon Carvalho, diretor-presidente da Sinop Energia. O I-REC (Renewable Energy Certificate) é emitido no Brasil pelo Instituto Totum. O certificado permite a comprovação da origem da energia, contribuindo também para o alcance das metas de sustentabilidade de diversas companhias e eventos. Esses componentes são indispensáveis para a transição energética do setor, propiciando um mercado paralelo à geração de energia elétrica, além de almejarem expandir a matriz energética nacional e internacional com baixa emissão de gás carbônico (CO2). ‘É um mercado novo, e estamos prontos para atuar nele.’ Expansão no Mercado Internacional Recentemente, a Sinop Energia realizou a primeira operação de I-REC para uma empresa estrangeira, sediada em Amsterdam, na Holanda. Além desta operação no mercado internacional, a companhia já realizou outras duas emissões de certificados para empresas sediadas no Brasil, conforme explicou Sergio Aguiar, diretor administrativo e financeiro da empresa. Sobre o I-REC, o I-REC Service é um sistema global de rastreamento de atributos ambientais de energia criado com o objetivo de gerar padrões internacionais para contabilidade de carbono no Escopo 2. O certificado permite que companhias e consumidores de eletricidade escolham de forma consciente e comprovada uma fonte de energia renovável. Os selos são vendidos junto à energia gerada e podem ser adquiridos por companhias certificadas que tenham compromisso com o desenvolvimento sustentável e a mitigação da emissão de GEE. Cada I-REC equivale a 1 MWh de energia. Perfil da Sinop Energia A Sinop Energia é responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica (UHE) Sinop. A empresa é uma sociedade de propósito específico formada pelos acionistas EDF Brasil (51%) e Eletrobras (49%). Com uma capacidade instalada de 401,88 MW e localizada no rio Teles Pires, o empreendimento gera energia limpa e renovável para metade do estado de Mato Grosso. A Usina Hidrelétrica Sinop representa um importante passo na diversificação da matriz energética do Brasil, além de contribuir significativamente para a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa. Com a neutralização das emissões de carbono, a Sinop Energia reafirma seu papel como líder no setor de energia renovável. A integração de práticas sustentáveis é um reflexo do compromisso contínuo da empresa em promover um futuro mais verde e responsável, alinhado com os objetivos globais de sustentabilidade. Comentário do Engenheiro e CEO da ENERCONS Ivo Pugnaloni Para o CEO da ENERCONS, engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni, a carga no sistema elétrico que essa nova unidade industrial vai acrescentar não poderá ser sustentada por geração solar, altamente influenciada por dias nublados, chuvosos e pelo inexorável horário depois das 16 horas, quando o sol vai se pondo. “Só fontes hidrelétricas ou termelétricas podem suprir cargas como essa, pois são permanentes. Resta saber se o Ministério de Minas e Energia vai preferir gerar energia elétrica com água nacional, ou com derivados de petróleo importados, caríssimos e poluentes” comentou. Pugnaloni lamentou estar ainda paralisada nas assessorias do MME , há três anos, a precificação das externalidades ( benefícios e prejuízos adicionais ao meio ambiente) de cada fonte. “Talvez seja a ação dos poderosos “lobbies” aos quais se referiu o próprio ministro Silveira na sua excelente entrevista à CNN, semana passada”, disse o executivo que foi diretor de planejamento da COPEL , concessionária do Paraná. “Não há como negar que as assessorias do MME estarão fazendo o governo incorrer em grave risco de judicialização caso o Leilão de Reserva de Capacidade não venha a atender ao artigo 26, parágrafo 1-G que determina que todos os benefícios ambientais e de garantia de fornecimento sejam considerados, nos certames como esse, que envolvem centenas de bilhões de reais em energia elétrica, disse ele. “Vejam leitores o que diz a Lei 9784/99 Art. 26 § 1º-G. “O Poder Executivo federal definirá diretrizes para a implementação, no setor elétrico, de mecanismos para a consideração dos benefícios ambientais, em consonância com mecanismos para a garantia da segurança do suprimento e da competitividade, no prazo de 12 (doze) meses, contado a partir da data de publicação deste parágrafo. Se isso não aconteceu, o MME corre o risco de um mandado

Goiás anuncia investimento de R$ 1,3 bilhão para construir usina solar com 731 mil painéis solares com expectativa de gerar 1,5 mil vagas de emprego

Newave Energia aplica investimento bilionário em Goiás para a construção de uma nova usina solar. A expectativa é que o empreendimento crie 1,5 mil vagas de emprego e impulsione a economia do estado. A Newave Energia, companhia especializada em energia solar, anunciou recentemente a construção da maior usina solar do estado de Goiás, através de uma parceria com o Governo Estadual e Gerdau. Há quase um ano e meio a Gerdau fechou parceria com a gestora de investimentos Newave Capital para a construção de um empreendimento na cidade de Arinos em Minas Gerais e, agora, iniciará a construção do projeto Barro Alto em Goiás, mais uma usina de larga escala e de alta competitividade. Empresa promete criar milhares de novas vagas de emprego Em uma reunião realizada nesta segunda-feira (30), foi anunciado um investimento de R$ 1,3 bilhão na nova usina solar, que será inaugurada no município de Barro Alto, a 226 km de Goiânia. Conforme o projeto, a expectativa é que sejam gerados 1,5 mil empregos diretos, apenas durante o período de obras. A nova usina solar, que será a maior do estado, contará com 731 mil painéis solares, distribuídos em uma área de aproximadamente 800 hectares. As operações devem começar já em 2026, com a nova usina solar sendo responsável por 22% da capacidade de geração de energia solar em Goiás, podendo suprir o consumo de uma cidade com 365 mil habitantes. A produção terá como principais destinos a vendas em mercados do segmento, além de encaminhar para unidades brasileiras de fabricação de aço da Gerdau (empresa que compõe a Newave Energia em conjunto com a companhia Newave Capital), que atualmente vive um processo de descarbonização. Qual será a capacidade da nova usina solar? Além de gerar milhares de vagas de emprego, a nova usina solar contará com 452 megawatt-pico (MWp) de capacidade instalada. Parte do investimento bilionário é proveniente de financiamento da SUDECO, operado pelo Banco do Brasil. O CEO da Newave Energia e fundador da Newave Capital, Edgard Corrochano, e o diretor-executivo da Gerdau Next, Elder Rapachi, explicam que o volume de energia a ser gerado pela nova usina solar corresponde a 111 MWm que em equivalências energéticas poderia suprir o consumo de uma cidade com cerca de 365 mil habitantes. Segundo Corrochano, todo o capital de investimento é 100% brasileiro e as empresas captaram mais de R$ 900 milhões no FIP com mais de 15 mil investidores. Conforme o plano da parceria, a nova usina solar, que criará milhares de vagas de emprego, fornecerá parcela do volume de energia para unidades de produção de aço da Gerdau no Brasil, dentro do seu processo de descarbonização. Segundo Rapachi, este é um passo importante na estratégia de descarbonização da Gerdau e do aumento de competitividade de suas operações no Brasil. A Gerdau já conta com uma das melhores médias globais de emissão de gases de efeito estufa, sendo 50% inferior à média mundial do setor do aço. O mercado de energia solar em Goiás Por estar localizado no “cinturão do Sol”, o potencial de energia solar em Goiás corresponde a um dos mais favoráveis do Brasil. Desta forma, os valores mais altos de irradiação solar, segundo o Atlas Brasileiro de Energia solar, são destacados, principalmente no nordeste do estado goiano. Conforme levantamentos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o estado se destaca com sua incidência solar entre 2 mil a 2.5 mil horas de insolação por ano, acima da média nacional. Estar localizado em uma das regiões mais privilegiadas do país significa um melhor aproveitamento da geração de energia limpa e renovável, apesar de sua matriz energética corresponder, ainda, a 0,3%.

Construção da China é capaz de alterar a rotação da Terra: maior usina hidrelétrica do planeta, com 16 milhões de metros cúbicos de concreto e aço que supera as Torres Eiffel

Usina Três Gargantas: a maior hidrelétrica do mundo é na China A grandiosa Usina Três Gargantas, potência chinesa, com sua estrutura colossal, ilumina 60 milhões de vidas e preserva o ambiente, substituindo 30 milhões de toneladas de carvão anualmente! A China, terra de grandiosidade e inovação, abriga a majestosa Usina de Três Gargantas, aninhada às margens do imponente Rio Yang-Tsé, emerge como uma proeza arquitetônica e um marco na engenharia. Não apenas é a maior hidrelétrica do planeta, mas também desempenha papéis cruciais no controle de enchentes e na facilitação do transporte hidroviário. Além disso, sua quantidade de água retida reduz a capacidade da rotação da Terra em 0,06 microssegundos! Usina se tornou a espinha dorsal da energia renovável e do desenvolvimento chinês. A história da Usina de Três Gargantas remonta a 1919, quando Sun Yat-sen, visionário chinês, concebeu a ideia. Antes mesmo de sua concepção, em 1932, o governo nacionalista sob Chiang Kai-shek esboçava planos, mas a turbulência da Segunda Guerra Mundial e a Guerra Civil Chinesa adiaram o projeto. No entanto, somente em 1992, durante o governo de Mao Tsé-Tung, as escavações começaram. Porém, esses esforços foram interrompidos em 1947. Em 1996, finalmente, o projeto tomou forma sob a liderança de Wu Chuanlin, desencadeando um processo complexo que viria a moldar o futuro da China. As primeiras afirmações de que a estrutura poderia causar o deslocamento da Terra surgiram em uma publicação da NASA em 2005. Nesse post, a agência discutiu como o devastador terremoto e tsunami no Oceano Índico, em 2004, influenciaram a rotação do planeta. Cientistas apontaram que a alteração na distribuição de massa na Terra pode afetar (mesmo que minimamente) o momento de inércia do planeta, um conceito físico que define o quão difícil é girar um objeto em torno de um eixo específico. De maneira semelhante, a rotação terrestre pode ser modificada após um terremoto, devido ao movimento das placas tectônicas. A NASA demonstrou que foi exatamente isso o que ocorreu em 2004, após o terremoto no Oceano Índico. A movimentação causada pelo sismo redistribuiu a massa do planeta, encurtando a duração de um dia em 2,68 microssegundos. Em teoria, uma grande alteração na quantidade de água também poderia provocar algo semelhante. Por isso, especula-se que a imensa barragem chinesa poderia, em tese, influenciar o movimento da Terra. Segundo os cálculos desses especialistas, essa redistribuição de massa aumentaria o comprimento de um dia em 0,06 microssegundos e deslocaria o planeta em cerca de 2 centímetros. Apesar de parecer pouco, trata-se de um impacto considerável para uma estrutura artificial. As informações são do IFLScience. Com 19 anos de árduo trabalho, a conclusão da Usina de Três Gargantas em 2012 deixou uma marca inesquecível. Custando US$28 bilhões, envolvendo 40.000 trabalhadores, e utilizando 16 milhões de metros cúbicos de concreto e aço, essa megaestrutura desafia as expectativas. Seu reservatório de 600 km, posiciona como a estrutura de concreto mais massiva da Terra, superando até mesmo a grandiosidade das torres Eiffel. A Usina de Três Gargantas não é apenas uma façanha de engenharia; é a força motriz por trás da mudança na matriz energética chinesa. Seus 34 geradores, cada um pesando 6.000 toneladas, geram uma capacidade impressionante de 22.500 MW. Isso não apenas atende às necessidades de 60 milhões de chineses, mas também substitui a queima de 30 milhões de toneladas de carvão anualmente, destacando-se como um farol de sustentabilidade em um mundo ávido por soluções renováveis. Enquanto a Usina de Três Gargantas recebe elogios pela sua grandiosidade, não escapa das críticas de movimentos ambientalistas. Alegações de aumento da atividade sísmica, riscos estruturais e impactos na vida aquática são temas controversos. No entanto, a equipe de engenharia responde com medidas preventivas. Supervisão intensiva, auditorias e a presença constante de 293 supervisores no canteiro de obras garantem não apenas a segurança, mas também a sustentabilidade ambiental do projeto. China não apenas construiu uma usina; ergueu um ícone que ressoa em sua história, presente e futuro! A construção da Usina de Três Gargantas transcendeu o domínio da engenharia; tornou-se um símbolo de perseverança e orgulho chinês. Trabalhadores, muitos dos quais se realocaram e alguns até sacrificaram suas vidas, contribuíram para a grandiosidade desta obra. O diretor do projeto, Cao Guangjing, destaca a complexidade do controle de qualidade e a presença constante de supervisores como testemunho do comprometimento com a excelência. A China não apenas construiu uma usina; ergueu um ícone que ressoa em sua história, presente e futuro. Comentário do Engenheiro e CEO da ENERCONS Ivo Pungnaloni Para o CEO da ENERCONS, engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni, a carga no sistema elétrico que essa nova unidade industrial vai acrescentar não poderá ser sustentada por geração solar, altamente influenciada por dias nublados, chuvosos e pelo inexorável horário depois das 16 horas, quando o sol vai se pondo. “Só fontes hidrelétricas ou termelétricas podem suprir cargas como essa, pois são permanentes. Resta saber se o Ministério de Minas e Energia vai preferir gerar energia elétrica com água nacional, ou com derivados de petróleo importados, caríssimos e poluentes” comentou. Pugnaloni lamentou estar ainda paralisada nas assessorias do MME , há três anos, a precificação das externalidades ( benefícios e prejuízos adicionais ao meio ambiente) de cada fonte. “Talvez seja a ação dos poderosos “lobbies” aos quais se referiu o próprio ministro Silveira na sua excelente entrevista à CNN, semana passada”, disse o executivo que foi diretor de planejamento da COPEL , concessionária do Paraná. “Não há como negar que as assessorias do MME estarão fazendo o governo incorrer em grave risco de judicialização caso o Leilão de Reserva de Capacidade não venha a atender ao artigo 26, parágrafo 1-G que determina que todos os benefícios ambientais e de garantia de fornecimento sejam considerados, nos certames como esse, que envolvem centenas de bilhões de reais em energia elétrica, disse ele. “Vejam leitores o que diz a Lei 9784/99 Art. 26 § 1º-G. “O Poder Executivo federal definirá diretrizes para a implementação, no setor elétrico, de mecanismos para a consideração dos benefícios ambientais, em consonância com mecanismos para a garantia da segurança do suprimento e da competitividade, no prazo de 12 (doze) meses, contado a partir da

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