25 anos de experiência no mercado de energia

O novo mercado siderúrgico revolucionário que o Brasil pode liderar em nível global

Relatório mostra que novas tecnologias podem colocar o país em posição pioneira O Brasil tem potencial para se tornar um líder no mercado de aço verde, graças à sua abundância de energia renovável e reservas de minério de ferro de alta qualidade, segundo o relatório da Global Energy Monitor (GEM). No entanto, 75% da siderurgia brasileira ainda depende do carvão, e as emissões do setor podem aumentar 33% até 2050 se não houver medidas para promover o aço de baixo carbono. A transição para o aço verde no Brasil pode ser facilitada pelo uso de hidrogênio de baixo carbono, produzido a partir de fontes renováveis, uma área em que o país possui vantagens significativas. O governo Lula tem intensificado e definiu que transição para o hidrogênio verde como forma principal de intensificar a produção energética limpa do Brasil nos próximos anos. O Brasil está entre os líderes globais em energia eólica e solar, com 180 GW de parques eólicos e 139 GW de projetos solares em andamento, ficando atrás apenas da China em ambos os casos. No entanto, investimentos em fornos a carvão podem atrasar a transição para o hidrogênio verde, e a troca pelo carvão vegetal ainda tem impacto limitado. O aço verde deve ser um dos principais produtos renováveis na siderurgia ao redor do mundo ao longo dos próximos anos. Com o avanço de tecnologias verdes na China e na União Europeia, o Brasil pode se tornar um importante exportador do produto que deve ser cada vez mais importante nas cadeias de produção globais. Comentário do Engenheiro e CEO  da Enercons Ivo Pugnaloni Para o CEO da ENERCONS, engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni, a carga no sistema elétrico que essa nova unidade industrial vai acrescentar não poderá ser sustentada por geração solar, altamente influenciada por dias nublados, chuvosos e pelo inexorável horário depois das 16 horas, quando o sol vai se pondo.  “Só fontes hidrelétricas ou termelétricas podem suprir cargas como essa, pois são permanentes. Resta saber se o Ministério de Minas e Energia vai preferir gerar energia elétrica com água nacional, ou com derivados de petróleo importados, caríssimos e poluentes” comentou. Pugnaloni lamentou estar ainda paralisada nas assessorias do MME , há três anos, a precificação das externalidades ( benefícios e prejuízos adicionais ao meio ambiente) de cada fonte. “Talvez seja a ação dos poderosos “lobbies”  aos quais se referiu o próprio ministro Silveira na sua excelente entrevista à CNN, semana passada”, disse o executivo que foi diretor de planejamento da COPEL , concessionária do Paraná.  “Não há como negar que as assessorias do MME estarão fazendo o governo incorrer em grave risco de judicialização caso o Leilão de Reserva de Capacidade não venha a atender ao artigo 26, parágrafo 1-G que determina que todos os benefícios ambientais e de garantia de fornecimento sejam considerados, nos certames como esse, que envolvem centenas de bilhões de reais em energia elétrica, disse ele.  “Vejam leitores o que diz a Lei 9784/99 Art. 26 § 1º-G. “O Poder Executivo federal definirá diretrizes para a implementação, no setor elétrico, de mecanismos para a consideração dos benefícios ambientais, em consonância com mecanismos para a garantia da segurança do suprimento e da competitividade, no prazo de 12 (doze) meses, contado a partir da data de publicação deste parágrafo. Se isso não aconteceu, o MME corre o risco de um mandado de segurança interromper todo esse processo de compra enorme, pois a data de publicação deste parágrafo foi 01.03.21. E quem aviusa, geralmente, amigo é”, adendou. “O atual governo brasileiro precisa entender, de uma vez por todas, que não basta geração solar e eólica para fazer a transição energética, pois elas são fontes intermitentes. Param de uma hora para a outra de produzir. Essas duas fontes são muito boas, mas tem esse grave defeito. Sem novas hidrelétricas para completar a geração faltante da solar e eólica a cada momento, a nossa matriz vai ter que usar cada vez mais termelétricas que já são, graças às manobras desses lobbies, mais de 37% da capacidade instalada do Brasil”, concluiu preocupado Ivo Pugnaloni.

Setor favorito dos gigantes: 40% dos gestores preferem energia e saneamento; BTG revela ação que pode disparar com os holofotes

Um setor da bolsa se tornou o favorito dos gigantes da Faria Lima no cenário atual. Um levantamento feito pela equipe de análise do BTG Pactual mostra que 40% dos gestores apontam as empresas desse segmento como as principais alocações de compra da carteira. Trata-se do setor de serviços básicos, como a transmissão e distribuição de energia e fornecimento de água e saneamento. Houve um aumento de interesse no mercado por esses tipos de companhia. Entre setembro e outubro, o número de gestores que selecionaram os serviços básicos como os favoritos da carteira saltou 73% – indo de 23% em setembro para 40% em outubro. E não é à toa que o setor tem conquistado o mercado. Com as incertezas sobre a economia brasileira, investidores tendem a buscar empresas que oferecem: Esses fatores podem ser encontrados justamente em companhias de serviços básicos. Isso acontece porque essas empresas costumam ter uma previsibilidade maior de seus números, visto que oferecem contratos de longo prazo. Ou seja, em períodos conturbados no mercado, o setor pode se destacar por não sofrer variações bruscas. Afinal, se o dinheiro está mais curto, a última coisa que o consumidor vai cortar é o consumo de água e energia. Para buscar lucros nesse cenário em que os tubarões da bolsa estão de olho nas ações de serviços básicos, os analistas do BTG Pactual estão recomendando dois papéis do setor para investir no mês de novembro. Uma dessas indicações pode saltar até 64%, está sendo negociada abaixo do que de fato vale e tem espaço para se tornar uma grande pagadora de dividendos, segundo a equipe de análise. VEJA A TESE DA AÇÃO DE SERVIÇOS BÁSICOS QUE PODE DISPARAR ATÉ 64% Empresa de energia com resultados sólidos, barata e que pode se beneficiar da estação seca Esta empresa que pode valorizar até 64% é uma geradora de energia que chama a atenção por apresentar resultados bastante sólidos. No 3º trimestre de 2024, por exemplo, a companhia registrou um lucro líquido duas vezes maior que as projeções da equipe de análise do BTG Pactual. Além disso, ela se destaca por ser negociada a uma TIR real de 13,2% – considerada bem atrativa pelos analistas – e ter focado no ganho de eficiência nos últimos anos. Essa companhia tem feito uma série de melhorias operacionais e esse processo de reestruturação pode gerar bons frutos em breve para os investidores: “[vemos] gatilhos positivos esperados para o segundo semestre de 2024”, defende o BTG. As perspectivas positivas para a elétrica podem levar as ações a saltarem de R$ 35,84 para R$ 59. Mas além do potencial de valorização na bolsa, esse papel também pode entregar ganhos por meio de outra estratégia: o pagamento recorrente de dividendos. Nos últimos 12 meses, a ação entregou um dividend yield de 5,15%. Porém, esse percentual pode ser impulsionado daqui para frente: “[A elétrica] é uma tese de ‘caminho para dividendos’. Acreditamos que a empresa começará a pagar fortes dividendos em 2026. Isso deve ajudar na expansão de múltiplos da empresa em relação a seus pares pagadores de dividendos (que possuem um valuation muito mais caro)”, afirma o banco. Sem mais delongas, esse papel promissor é a Eletrobras (ELET3). Desde a privatização, a companhia está em um forte processo de turnaround e ainda pode se beneficiar de um acordo de governança com o governo federal. Foi pensando nessa junção de fatores que os analistas do BTG Pactual incluíram ELET3 em uma carteira que seleciona os 10 papéis mais promissores da bolsa para investir neste mês. A equipe explicou a tese de todas essas ações recomendadas – inclusive da Eletrobras – em um relatório disponibilizado gratuitamente (veja como acessá-lo aqui). GRATUITO: VEJA O RELATÓRIO COMPLETO COM 10 AÇÕES PROMISSORAS PARA INVESTIR Eletrobras e 9 ações recomendadas para investir agora – uma delas também é do setor de serviços básicos Embora seja bastante promissora, a Eletrobras não é a única ação de serviços básicos que está no radar da equipe de análise. O setor que se tornou o “queridinho” do mercado ocupa 20% do peso dessa carteira. Existe um outro papel do segmento que faz parte do portfólio e tem um potencial lucrativo bem alto, de 53%. Trata-se de uma ação que também atua com serviços de energia e é uma das principais teses do BTG pensando no longo prazo. Esse portfólio completo pode ser acessado de forma 100% gratuita devido a uma cortesia do BTG Pactual. Portanto, é possível, sem gastar nem um centavo, ver a tese da Eletrobras, conhecer a outra ação recomendada de serviços básicos e todos os outros papéis recomendados para investir neste mês. O processo para acessar esse material é muito simples. Basta clicar neste link ou no botão abaixo e seguir o passo a passo. Em poucos cliques será possível ver quais são as ações mais promissoras no cenário atual.

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