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Barragem de Vera Cruz deve ficar pronta ainda em 2025

Na noite dessa terça-feira, 1, a comunidade de Vera Cruz se reuniu na EMEF José Bonifácio para participar da audiêncla pública promovida pela Administração Municipal com o objetivo de apresentar e esclarecer aspectos técnicos da obra da Barragem Dona Josefa. O encontro contou com a presença do prefesto Gilson Becker, do vice-prefeito Angelo Hoff, e dos engenheiros Luiz Carlos Klisener e Jodo Júlio Klüsener, responsáveis pelo acompanhamento técnico da obra A audiência foi realizada em um momento estratégico, já que a construção da barragem garantirá a segurança hídrica para o crescimento sustentável da região. Nos últimos cinco anos, o municipio de Vera Cruz enfrentou situações de emergência em quatro ocasiões devido a escassez hídrica, o que afetou diretamente a produção agricola e o abastecimento de água Com 40% da obra concluída, a Barragem Dona Josefa terá capacidade de reservação de 250 mil metros cúbicos de água, 400 metros de extensão e 9 metros de profundidade. A previsão é de que a construção esteja finalizada até o final de 2025. Durante sua fala, o prefeito Gilson Becker destacou o compromisso da gestão municipal com a segurança e a transparência na condução da obra “Todos os regramentos de segurança de uma obra desse porte foram rigurosamente solicitados e estão sendo cumpridos à risca. Estamos falando de uma barragem classificada como de porte I, com 9 metros de colursa de agua, e a municipalidade tem acompanhado de perto cada etapa do processo, com todas as cotas de vazão revisados após ás enchentes. É uma obra que vai garantir segurança hídrica e fomentar o desenvolvimento econômico da nossa região”, afirmou o prefeito Na oporturadade, o engenheiro Luiz Carlos Klusener apresentou os principais aspectos técnicos do projeto, ressaltando que a estrutura está sendo executada conforme modelos internacionais de segurança. Estamos utilizando o modelo suíço no sisterna de barramento, projetado para garantir uma capacidade de vazão de até 131 metros cúbicos por segundo no vertedouto. Em relação ao maciço do barramento, conhecido como taipa, ele contará com uma crista de 10 metros e está sendo construido com um coeficiente de segurança 3, conforme os mais rigorosos padrões internacionais, isso significa uma borda livre três vezes superior ao mínimo recomendado para estruturas desse porte, ou seja, três vezes mais segurança A crista será carroçável, permitindo o tráfego de veiculos sobre o topo do barramento, aqur agrega tuncionalidade à estrutura sem comprometer a sua estabilidade explicou o engenheiro Luiz Carlos Klusenet. A audiência tambem abriu espaço para perguntas da comunidade, promovendo um diálogo transparente e técnico com os moradores. Além disso, foi anunciada a formação de uma comissão local, composta por representantes da própria comunidade, que acompanhará de forma direta o andamento da obra. A iniciativa permitirá que os moradores acompanhem o desenvolvimento do projeto in loco e se apropriem do conhecimento técnico envolvido na construção da barragem. LEIA MAIS EM: Gaz

Meta dá tudo de si com IA: anuncia data center quase tão grande quanto Manhattan e até 65 bilhões de investimento

Estamos testemunhando ao vivo como a corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial (IA) está acelerando cada vez mais. Após o anúncio do Stargate, iniciativa de US$ 500 bilhões (cerca de R$ 2,9 trilhões) que promete beneficiar muito a OpenAI, vem a jogada da Meta. A gigante das mídias sociais planeja investir até US$ 65 bilhões (R$ 378 bilhões) este ano para consolidar seu papel nesta área estratégica. Mark Zuckerberg, CEO da empresa, disse em uma publicação no Threads que parte desse dinheiro será usado para construir um data center de mais de 2 gigawatts. Dependendo do tamanho, os data centers em hiperescala podem exigir de megawatts a gigawatts de energia. Neste caso, estamos olhando para uma instalação que “poderia cobrir uma parte significativa de Manhattan”. Esforço enorme… e escalonadoComo esperado, nem todo o cluster planejado começará a operar ao mesmo tempo. A Meta espera colocar cerca de 1,3 milhão de GPUs de IA especializadas online até o final do ano, o que exigirá 1 gigawatt de energia. O trabalho continuará até que o limite de energia seja atingido nos meses seguintes, com o objetivo de impulsionar os principais produtos e negócios da Meta a longo prazo. Mas a empresa de Menlo Park também tem alguns propósitos mais imediatos: quer que o Llama 4, um modelo de IA que deve chegar este ano, se torne líder na próxima geração. Podemos interpretar isso como um golpe contra o OpenAI e seus modelos mais avançados, como o GPT-4o. A Meta também quer desenvolver um sistema de engenharia de IA. LEIA MAIS EM: terra

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