Tarifaço: empresários falam em ‘fim dos dias’ e que fabricar nos EUA é ‘piada’

Comentário de Ivo Pugnaloni Brasil com 10% deve receber milhares de indústrias americanas. Mas só se tivermos energia elétrica suficiente durante 24 horas por dia. E não apenas 6 ou 7. InfoMoney25: Rick Woldenberg achava que havia criado um plano infalível para proteger sua empresa de brinquedos educativos da região de Chicago das enormes novas taxas do presidente Donald Trump sobre as importações chinesas. “Quando ele anunciou uma tarifa de 20%, eu fiz um plano para sobreviver a 40%, e achei que estava sendo muito esperto”, disse Woldenberg, CEO da Learning Resources, uma empresa familiar de terceira geração que fabrica na China há quatro décadas. “Eu tinha calculado que, com um aumento de preço muito modesto, poderíamos suportar tarifas de 40%, o que já era um aumento de custos impensável.” O presidente americano rapidamente aumentou a aposta com a China elevando a tarifa para 54% para compensar o que ele disse serem práticas comerciais injustas da China. Depois, enfurecido quando o país asiático retaliou com suas próprias tarifas, ele aumentou as tarifas para impressionantes 145%. Woldenberg calcula que isso fará a conta de tarifas da Learning Resources saltar de US$ 2,3 milhões no ano passado para US$ 100,2 milhões em 2025. “Queria ter US$ 100 milhões”, disse ele. “Juro por Deus, sem exagero: parece o fim dos dias.” LEIA MAIS EM: InfoMoney25
Reguladores dos EUA rejeitam aumento de energia para centro de dados da Amazon

Comentário Ivo Pugnaloni Estamos dizendo isso há mais de um ano. IA não funciona bem com energias renováveis que forem intermitentes. E geração termeletrica com carvão e derivados de petróleo, apesar de ser permanente , é fossil , altamente poluente e dez vezes mais cara do que a hidrelétrica . Até em AI o Brasil , com 102 GW hidrelétricos instalados e mais 135 GW remanescentes a instalar está no Top das oportunidades. Brasil247: A Comissão Federal Reguladora de Energia dos Estados Unidos (FERC) reafirmou sua decisão de bloquear a ampliação do fornecimento de energia para um centro de dados da Amazon, situado ao lado da usina nuclear de Susquehanna, na Pensilvânia. A informação foi divulgada pela agência Reuters. O projeto, fruto de uma parceria entre a Amazon Web Services (AWS) e a Talen Energy, previa o aumento da capacidade de fornecimento direto de energia da usina para o data center, passando dos atuais 300 megawatts para até 960 megawatts. A proposta visava acelerar a expansão da infraestrutura de inteligência artificial da Amazon, eliminando a dependência da rede elétrica convencional. No entanto, em novembro de 2024, a FERC rejeitou o pedido inicial de alteração do Acordo de Serviço de Interconexão (ISA), alegando preocupações com a confiabilidade da rede elétrica e possíveis aumentos nos custos para os consumidores. A comissão argumentou que a PJM Interconnection, operadora regional da rede, não apresentou justificativas adequadas para as mudanças propostas no acordo. Em resposta, a Talen Energy solicitou uma reavaliação da decisão, que foi novamente negada pela FERC. A empresa então recorreu ao Tribunal de Apelações do Quinto Circuito dos EUA, buscando reverter a decisão do órgão regulador. “A decisão agora nos permite prosseguir com nossos direitos de apelação sobre o mérito no Quinto Circuito”, afirmou a porta-voz da Talen, Taryne Williams, em comunicado. A proposta de co-localização de centros de dados com usinas de energia tem ganhado destaque entre empresas de tecnologia, como forma de garantir fornecimento elétrico confiável e de alta capacidade para suas operações. No entanto, a FERC expressou preocupações de que tais arranjos possam comprometer a estabilidade da rede elétrica e resultar em custos adicionais para outros usuários. O presidente da FERC, Willie Phillips, discordou da decisão da comissão, classificando-a como “um retrocesso tanto para a confiabilidade elétrica quanto para a segurança nacional”. Phillips argumentou que a proposta apresentava medidas adequadas para garantir a estabilidade da rede e que sua rejeição poderia prejudicar a liderança dos EUA em tecnologias emergentes, como a inteligência artificial. Enquanto isso, o Congresso dos EUA também se envolveu na discussão. Em dezembro de 2024, o deputado Jay Obernolte, copresidente da força-tarefa de inteligência artificial do Congresso, enviou uma carta à FERC solicitando apoio a projetos de co-localização de centros de dados, destacando sua importância para a segurança nacional e a competitividade global em IA. LEIA MAIS EM: Brasil247
O pix virou BRICSPAY

Comentário de Ivo Pugnaloni- www.enercons.com.br Transações comerciais internacionais já estão sendo feitas sem o SWIFT. Empresa brasileira de energia solar fez em 17 minutos uma operação de compra de painéis que levavam 3 dias para fazer com um fabricante chines através do SWIFT. O dólar acabou como única moeda de transferências bancárias comerciais. E não foi a China nem a Russia quem dissolveu a dependência do Dolar. Foi Trump. Papo Global: O mundo está mudando e o trono do dólar americano está por um fio. Você sabia que os países do BRICS já acumularam mais de 600 toneladas de ouro? E estão criando um sistema financeiro para acabar com a dependência do dólar? Donald Trump anunciou tarifas de 100% contra nações que desafiem o dólar. Mas o BRICS respondeu com força: ???????? O Brasil lidera pagamentos internacionais sem dólar. Uma nova moeda global está sendo construída. Um sistema blockchain descentralizado pode derrubar o SWIFT, a ecônomia dos EUA está afundando, a Tesla está em crise na Europa, e até antigos apoiadores de Trump agora se voltam contra ele. O Canadá se aproxima da Europa e rompe laços tradicionais com os EUA. Isso não é apenas uma crise, é o início de uma revolução financeira global. SAIBA MAIS EM: Papo Global