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Estudo aponta escassez global de reservas subterrâneas de água

Comentário de Ivo Pugnaloni E ainda tem gente sem juízo sendo contra armazenar água doce em reservatórios que podem abastecer as reservas subterrâneas porque ganha um salarinho de nada por mês de uma ONGUE da Inglaterra, França ou Bélgica que é de propriedade das petroleiras daqueles países ou dos EUA. O mundo precisa de reservatórios de água e de poder gerar energia elétrica com água corrente. O mundo precisa de novas hidrelétricas de todos os tamanhos pois geram energia 24 horas. E não apenas 6 ou 7 horas! Só não vê quem não pensa. O Dia Uma pesquisa inédita apontou um dado alarmante sobre as reservas de água no mundo, o estudo revela que em diversas regiões do globo, as reservas subterrâneas de água, fundamentais para as necessidades de milhões de indivíduos, estão sofrendo uma rápida diminuição. A pesquisa examinou milhares de medições do nível das águas subterrâneas em 170 mil poços distribuídos por mais de 40 países. Segundo as informações divulgadas, há um esgotamento preocupante desses recursos essenciais utilizados para consumo, irrigação e outros fins. Os pesquisadores afirmam que esta é a primeira investigação a apresentar uma visão abrangente dos níveis de águas subterrâneas em todo o mundo. Essa iniciativa desempenhará um papel crucial para os cientistas terem uma compreensão maior do impacto humano sobre as reservas de água abaixo da superfície. O estudo deve servir ainda para entender o quanto as alterações nas chuvas associadas às mudanças climáticas contribuem para o cenário futuro. As reservas desempenham um papel crucial na subsistência das comunidades, principalmente em regiões onde as chuvas e as fontes de água superficiais são limitadas, como no noroeste da Índia e no sudoeste dos Estados Unidos. Segundo a professora associada do Programa de Estudos Ambientais da Universidade da Califórnia e coautora do estudo, Debra Perrone, a intenção é “compreender melhor o estado das águas subterrâneas globais, analisando milhares de medições do nível das águas subterrâneas”. Os pesquisadores constataram que, no período de 2000 a 2022, os níveis das águas subterrâneas reduziram 71% em 1.693 sistemas aquíferos analisados pelo estudo. Em 36% desses locais analisados, o declínio foi superior a 0,1 m por ano, totalizando 617 sistemas. O Aquífero Ascoy-Soplamo, localizado na Espanha, destacou-se com a taxa de declínio mais acentuada nos dados compilados, tendo diminuído em média 2,95 metros por ano. “Fiquei impressionado com as estratégias inteligentes que foram postas em prática para lidar com o esgotamento das águas subterrâneas em vários lugares, embora estas histórias de ‘boas notícias’ sejam muito raras”, afirmou Scott Jasechko, professor associado da Escola Bren de Ciência e Gestão Ambiental, da Universidade da Califórnia. Os pesquisadores também examinaram informações sobre os níveis de águas subterrâneas de 542 dos aquíferos abordados no estudo no período de 1980 a 2000. Segundo eles, o intuito era determinar se as diminuições observadas no século 21 estavam ganhando velocidade. “Estes casos de declínio acelerado do nível das águas subterrâneas são duas vezes mais prevalentes do que o esperado diante de flutuações aleatórias na ausência de quaisquer tendências sistemáticas em qualquer período de tempo”, diz um trecho do estudo. “Penso que é justo dizer que esta compilação global de dados sobre águas subterrâneas não havia ainda sido feita nesta escala”, analisou Donald John MacAllister, hidrólogo do British Geological Survey. “A água subterrânea é um recurso extremamente importante, mas um dos desafios é que, por não podermos vê-la, ela fica fora da mente da maioria das pessoas”, observou o hidrólogo. “O nosso desafio é lembrar os tomadores de decisão de que temos este recurso e que temos que cuidar dele para desenvolvermos resiliência e nos adaptarmos às alterações climáticas”, concluiu. LEIA MAIS EM: O Dia

Obedecer ou não a legislação ambiental não é algo opcional

Comentário de Ivo Pugnaloni É simplesmente ter bom senso e gostar de ganhar dinheiro. E não gostar de perder tempo e dinheiro, travando em batalhas ideológicas contra os órgãos ambientais, sem nenhum resultado pratico. A não ser prejuízo para os acionistas. Por isso a realização de estudos de viabilidade técnica e financeira de um empreendimento de geração de energia limpa deve contar simultaneamente com uma competente análise ambiental e regulatoria. Não é difícil acertar quando se resolve fazer certo da primeira vez. Ibama investiga banco por suposto financiamento a desmatamento ilegal– Por Henrique Rodarte O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) notificou uma instituição financeira por indícios de envolvimento em financiamentos agrícolas associados à supressão ilegal de vegetação nativa no bioma Pampa, localizado no Rio Grande do Sul. A medida integra uma nova fase da Operação Campereada, ação contínua há mais de uma década e voltada à proteção dos campos naturais da região sul do país. A investigação busca apurar se o banco cumpriu o disposto no artigo 83-A do Decreto Federal nº 6.514/2008. O artigo, desde janeiro de 2024, passou a prever sanções não apenas para os responsáveis diretos por infrações ambientais. Mas também para financiadores e fomentadores de atividades sem autorização legal. O dispositivo inclui penalidades que vão de R$ 100 a R$ 1.000 por hectare em casos de financiamento de práticas irregulares. O Ibama intimou a instituição a apresentar documentos e justificativas técnicas que comprovem o cumprimento dos critérios legais exigidos antes de conceder crédito rural em áreas com cobertura de vegetação nativa. Com essa medida, o órgão busca reforçar a responsabilidade das entidades financeiras em assegurar que seus recursos não financiem empreendimentos que desrespeitam a legislação ambiental vigente. LEIA MAIS EM: Agro em Campo

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