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Instituto de Defesa do Consumidor propõe encargo sobre data centers para evitar alta na conta de luz 

Proposta foi apresentada pelo diretor-executivo do Idec, Igor Britto, durante audiência pública realizada no SenadoO IDEC (Instituto de Defesa de Consumidores) defendeu a criação de um encargo específico para grandes consumidores de energia, como os data centers de IA (inteligência artificial), para evitar que os investimentos necessários na expansão da infraestrutura elétrica sejam repassados à conta de luz dos demais consumidores. A proposta foi apresentada pelo diretor-executivo da entidade, Igor Britto, durante audiência pública promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal para discutir o PL nº 3.018/2024, que estabelece regras para a instalação e o funcionamento de centros de dados voltados à IA no Brasil. Segundo Britto, caberia à ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) calcular o custo adicional que esses empreendimentos impõem ao sistema elétrico e definir um encargo proporcional a ser pago pelos próprios data centers. “Temos empreendimentos de vários setores produtivos que já são organizados e se controlam para, por exemplo, evitar operar e consumir energia nos horários de maior pico”, disse ele. “Isso não acontece com os data centers, que vão acabar sobrecarregando o sistema nesses horários. Todos nós pagamos. É necessário ter infraestrutura para mais geração, para mais distribuição, e o pior é que todos esses custos também são bancados pela tarifa”, complementou Brito. Benefícios e impactos ambientais também entraram em debate Além dos impactos sobre o sistema elétrico, os participantes da audiência discutiram os benefícios econômicos da instalação de grandes data centers no país e os possíveis impactos ambientais associados a esses empreendimentos. A diretora do Instituto Latinoamericano de Terraformación, Paz Peña, alertou para o elevado consumo de água dessas instalações, especialmente quando localizadas em regiões com estresse hídrico. Segundo ela, o poder público deveria estabelecer mecanismos legais para priorizar o abastecimento humano em situações de escassez de água ou energia. “Nesse ponto, o Estado poderia estabelecer sistemas juridicamente vinculantes para que, no caso de escassez hídrica ou energética, seja priorizado o abastecimento humano”, sugeriu a especialista. Durante a audiência, também foram citados outros possíveis impactos ambientais dos data centers, como emissão de calor, iluminação intensa e ruídos, fatores que, segundo os participantes, podem afetar a fauna, a flora e as comunidades localizadas no entorno desses empreendimentos. Os debatedores também defenderam maior participação da sociedade na formulação de políticas públicas para o setor. A conselheira da Green Screen Coalition, Lorena Regattieri, citou como exemplo o estado de Nova York, nos Estados Unidos, que, segundo ela, instituiu em julho uma moratória de um ano para novos data centers de hiperescala. “O Senado pode transformar todas essas questões e os dados que já temos do que está acontecendo em outras regiões, e eu volto a adicionar, periferias do mundo, num contexto da capacidade pública de decisão e da participação social com transparência”, afirmou. (Com informações da Agência Senado) Pergunta do engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni da ENERCONS: se faltam reservatorios para gerar energia firme e não pisca-pisca porque existem pessoas no governo que são contra a construção de novas hidrelétricas? Quem paga a essas pessoas para bloquear novas hidrelétricas? De onde vem esse dinheiro que elas recebem? Com qual finalidade tecnica ou ambiental fazem isso? Para evitar o quê? Por que armazenar agua doce pode fazer mal à humanidade e ao Brasil? Para sermos obrigados a ligar termoelétricas fosseis poluentes que cobram de 6 a 10 vezes mais caro pela energia eletrica que produzem? Para que a bandeira verde não exista mais nas tarifas, so a amarela e a vermelha ? Essa é a jogada dessas pessoas? Desvio de finalidade dos cargos que exercem? De quem são essas termoelétricas? Eles são amigos de quem ? Nomearam quem?

Revolução das barragens: agro mais tranquilo mesmo com o ES sob pressão hídrica

Pelas contas da Secretaria de Estado da Agricultura, o Espírito Santo tem, hoje, entre 60 mil e 70 mil barragens particulares, três vezes mais do que o registrado há duas décadas Entre 2015 e 2017, o Espírito Santo enfrentou uma gravíssima seca. Uma das piores da história. Até então, o Estado, população e atividades econômicas, eram extremamente dependentes da água corrente ofertada pelos rios. Quando a chuva diminuiu, a vazão foi lá para baixo e houve racionamento para a população e, claro, a indústria e o agronegócio sofreram bastante. De lá para cá, houve uma mudança profunda, principalmente no campo. Os produtores perceberam que tinham de reservar água para os períodos mais secos e que tinham de ser mais eficientes no uso do recurso. O trabalho de formiga dos últimos dez anos passará por um teste de fogo nos próximos meses, no pico do El Niño. O território capixaba já está em estado de alerta, a boa notícia é de que as perspectivas são mais positivas.   Pelas contas da Secretaria de Estado da Agricultura, o Espírito Santo tem, hoje, entre 60 mil e 70 mil barragens particulares, três vezes mais do que o registrado há duas décadas. Uma verdadeira revolução. Além disso, são 30 estruturas maiores, que pertencem ao Estado, com capacidade para 16,8 milhões de metros cúbicos, espalhadas por 21 municípios, que têm a missão de regularem as vazões dos rios. Outras três estão em construção. “Os produtores passaram a observar com mais atenção a questão da segurança hídrica após a seca de 2015. Foi um marco importante. Entenderam que era possível, por meio das próprias barragens, ter uma atuação direta para solucionar o problema. O governo também passou a incentivar, com uma legislação mais simples e com financiamento subsidiado. Um conjunto de fatores provocou toda a mudança”, explicou o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli. Vejamos a situação atual. O El Niño, caso venha em sua pior versão, provocará eventos climáticos mais extremos: temperaturas mais altas, secas mais prolongadas e chuvas, quando vierem, mais pesadas. Em outros tempos, a seca seria o pior dos pesadelos, mas o jogo mudou. O maior dos riscos, por ora, são as altas temperaturas, principalmente no momento de floração e enchimento do café. “É claro que o estado é de atenção, o produtor deve usar o recurso com atenção e parcimônia, não sabemos o que virá nos próximos meses, mas os reservatórios estão em bom nível. A grande preocupação é com as altas temperaturas, não há como se defender”, explicou Bergoli.   O secretário ainda chamou atenção para o avanço da irrigação de alta eficiência. “Os sistemas melhoraram muito. A aspersão deu lugar ao gotejamento e à microaspersão. São operações muito mais eficientes, que gastam menos água e energia. Em 2017, 43% das propriedades capixabas eram irrigadas. Hoje, calculamos estar entre 55% e 60% das propriedades. É um volume muito elevado, que contribui para o uso mais adequado da água”. Há, entretanto, preocupações. Tanto as barragens como os sistemas de irrigação estão muito concentrados nas propriedades do Norte e Noroeste do Espírito Santo. No caso da irrigação, a região Serrana também tem sua força. O Sul do Estado encontra-se em situação de maior fragilidade e vai precisar de mais atenção no decorrer do El Niño e, claro, depois que o fenômeno acabar. Pergunta do engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni da ENERCONS: se faltam reservatorios para gerar energia firme e não pisca-pisca porque existem pessoas no governo que são contra a construção de novas hidrelétricas? Quem paga a essas pessoas para bloquear novas hidrelétricas? De onde vem esse dinheiro que elas recebem? Com qual finalidade tecnica ou ambiental fazem isso? Para evitar o quê? Por que armazenar agua doce pode fazer mal à humanidade e ao Brasil? Para sermos obrigados a ligar termoelétricas fosseis poluentes que cobram de 6 a 10 vezes mais caro pela energia eletrica que produzem? Para que a bandeira verde não exista mais nas tarifas, so a amarela e a vermelha ? Essa é a jogada dessas pessoas? Desvio de finalidade dos cargos que exercem? De quem são essas termoelétricas? Eles são amigos de quem ? Nomearam quem?

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