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Empresas não querem subsídios, mas regulação para investir em hidrogênio verde, diz secretário do MDIC

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Empresas não querem subsídios, mas regulação para investir em hidrogênio verde, diz secretário do MDIC

O pilar de desenvolvimento, crescimento e competitividade do Programa Nacional do Hidrogênio terá uma descrição mais direta sobre a política industrial do país, seguindo uma sugestão de Rodrigo Rollemberg, secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que participou da reunião da Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia nesta quarta-feira, 14 de junho, no Senado Federal.

De acordo com o Rollemberg, o vice-presidente Geraldo Alckmin tem recebido visitas de empresários que disseram que não precisam de subsídio para desenvolver a produção de hidrogênio de baixo carbono no país, mas sim, de uma regulamentação clara e que dê segurança jurídica para fazer investimentos grandes e de longo prazo.

O secretário do MDIC ainda ressaltou que o hidrogênio é importante para o processo de neoindustrialização do país.

“Entendo que uma das preocupações fundamentais é que a gente não produza hidrogênio como commodities para serem exportadas, mas que possa ser utilizado como insumo importante, atraindo a cadeia de suprimento e a indústria intensiva em energia”, disse Rollemberg

Também presente na reunião, o secretário de Planejamento e Transição Energética, Thiago Barral, que é coordenador do comitê gestor do programa, afirmou que espera aprovar o plano de ação do Programa Nacional do Hidrogênio ainda em julho.

Segundo o secretário, o resultado da consulta pública do plano trienal do hidrogênio já foi catalogado em seis frentes, distribuídas entre os coordenadores das câmaras técnicas, que agora vão incorporar as contribuições e seguir com a aprovação do plano de ação ainda em julho.

“Tenho certeza de que esse trabalho e esse plano de ação ocorrerão de forma síncrona com o Congresso, para não esperar o final desse plano para fazer entregas, e sim acelerar esse ganho de maturidade”, disse Barral.

Das 656 contribuições recebidas pela consulta, 134 trataram da abertura e crescimento do mercado com competitividade, 132 do planejamento energético, 110 do fortalecimento das bases científicas e tecnológicas, 95 de arcabouço legal, regulatório e normativo, e 68 de capacitação de recursos humanos. O restante abordou questões catalogadas como “geral”.

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