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12 benefícios das PCHs que você não conhece

1 – BENEFÍCIOS PARA O LAZER, TURISMO E NAVEGAÇÃO Quando extensos, os reservatórios das hidrelétricas são adequados à navegação, transporte de cargas e de passageiros, ao turismo e ao lazer, como nos casos das Usinas de Xingó e de Furnas, conhecida como “O Mar de Minas Gerais”. O turismo em torno de reservatórios de hidrelétricas é muito grande nas regiões do interior do país, tendo-se constituído em uma alternativa às longas e caras temporadas no litoral, distantes às vezes mais de 2500 km da moradia do “veranista”. E lógico, em excelente oportunidade local para negócios nos ramos hoteleiro, alimentação, esportes aquáticos e náuticos. Além é claro, de economizar combustível…. Importante levar em consideração ainda, que do ponto de vista da indústria do Turismo, os reservatórios costumam trazer para a região onde são construídos, grandes e pequenos empreendimentos comerciais relacionados às atividades de recreação, esportes e lazer, como na hidrelétrica de Itá. Também o ramo imobiliário ganha com reservatórios, pois atraem investimentos em clubes, casas de campo, condomínios, marinas e resorts como na hidrelétrica de Furnas, da Eletrobrás. Este desenvolvimento imobiliário da beira dos reservatórios, quando ocorre, cria empregos também nas áreas de construção de residências, restaurantes, pousadas e hotéis. 2 – BENEFÍCIOS PARA O MICROCLIMA LOCAL Os lagos dos reservatórios ajudam a regularizar o clima, transformando áreas antes secas e áridas, em regiões habitáveis, como por exemplo, o entorno do Lago do Paranoá, em Brasília, formado pela construção da Usina Hidrelétrica do Paranoá e hoje cartão de visita da capital do Brasil, com os terrenos mais caros do Brasil por metro quadrado, devido exatamente à formação do Lago. 3 – BENEFÍCOS PARA O LAZER URBANO E PROTEÇÃO CONTRA ENCHENTES Em Curitiba, o Lago do Barigui, ponto de lazer de toda a região, ao ser criado ainda na década de 70, trouxe não apenas enorme beleza disponibilizada aos cidadãos, mas criou ainda criou um grande bolsão para a retenção de volumes extraordinários de agua da chuva que inundavam os bairros populares da Cidade Industrial todos os anos. Em 2019, graças a um projeto pioneiro da ENERCONS, que foi assumido pela ABRAPCH, uma minicentral hidrelétrica de 70 kW, com turbina helicoidal, passou a gerar energia para abastecer a iluminação pública do Parque do Barigui, em Curitiba. Além de economizar recursos públicos e colocar em operação uma turbina pensada a 2500 anos pelo famoso Arquimedes, mas ainda inovadora este foi mais um caso do chamado USO MÚLTIPLO DOS RECURSOS HIDRICOS, num caso que poucas outras fontes podem ostentar: proteção contra enchentes, lazer, turismo e geração de energia de energia elétrica. 4 – BENEFÍCIOS PARA O ABASTECIMENTO DAS CIDADES   A propaganda negativa contra as hidrelétricas tem muito cuidado também em se “esquecer” que várias cidades do Brasil e do mundo tem seu abastecimento de água potável oriundo dos reservatórios de usinas hidrelétricas, que usam a água de forma planejada e compartilhada. Limeira, no interior de São Paulo é uma delas, premiada em 6º lugar entre os 100 maiores municípios do país, num estudo do Instituto Trata Brasil, com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Toda a Região Metropolitana de Salvador, a primeira capital do Brasil, também recebe água para o consumo de seus habitantes de uma Usina Hidrelétrica, a UHE Pedra do Cavalo no rio Paraguaçu, que nasce na Chapada Diamantina, 120 quilômetros de distância. A barragem é operada pelo Grupo Votorantim, que fica com a energia elétrica, mas também pelo Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA). Embora o reservatório tenha como função principal o abastecimento de água à Região Metropolitana de Salvador (RMS), da qual é a principal fonte devido ao fato de fornecer 60% de todo o volume consumido, também foi idealizada para regularizar a vazão, evitando as cheias que assolavam as cidades à jusante, como  São Félix e Cachoeira, cidades históricas importantes da Bahia. Esse é um dos muitos casos de uso múltiplo da água que existem em todos os países do mundo, mas que são mantidos fora do olhar do consumidor e da população em geral, pois como dissemos antes, “hidrelétricas não colocam anúncio na TV”, nem patrocinam jogos de futebol ou desfiles de carnaval… 5 – BENEFÍCIOS COM A CRIAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE – APPs As hidrelétricas são no Brasil e em toda parte, a única fonte de geração de energia que é obrigada por lei a constituir, cercar, monitorar e vigiar as chamadas “Áreas de Preservação Permanente”, conhecidas como APPs, que servem para proteger e recuperar a mata ciliar e a fauna nativas, fazendo-o totalmente às expensas dos empreendedores. As Áreas de Preservação Permanente, foram instituídas pelo Código Florestal (Lei nº 4.771 de 1965 e alterações posteriores) e consistem em espaços legalmente protegidos, cobertos ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade do solo e a biodiversidade, além de facilitar o fluxo da fauna e da flora e assegurar o bem-estar das populações humanas, visando atender ao direito fundamental de todo brasileiro a um “meio ambiente ecologicamente equilibrado”, conforme assegurado no art. 225 da Constituição. 6 – BENEFÍCIOS COM O IMPEDIMENTO DE OCUPAÇÃO IRREGULAR DAS MARGENS, DEPOSIÇÃO DE RESÍDUOS, PREVENÇÃO DE ENCHENTES A construção de uma grande ou pequena hidrelétrica, tem por benefício adicional impedir que exista deposição de esgoto, lixo, resíduos industriais e florestais, restos de agrotóxicos ou limpeza de recipientes, plantio e ocupação irregular por população carente de moradia. As áreas de preservação permanente criadas e conservadas pelas PCHs e CGHs, ao recuperar a vegetação original da região, contribuem significativamente para a conservação do solo, protegendo-o dos processos erosivos e do desmoronamento margens dos rios e do seu assoreamento, que pode ter efeitos muitas vezes catastróficos ao fazer com que as aguas saiam do leito dos rios provocando enormes prejuízos materiais e de vidas humanas em cidades ás vezes a grandes distancias do local. A obstrução dos rios por resíduos e assoreamento, durante enchentes, tem provocado grande número de mortes, pois flagelam regiões ribeirinhas nas quais, na verdade, nenhuma habitação ou benfeitoria deveria existir. 7 – BENEFÍCIOS COM A RETIRADA DE RESÍDUOS

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