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Região Nordeste opera com 90% da capacidade

Os reservatórios do Nordeste aumentaram 0,5 ponto percentual e estão operando com 90% de sua capacidade de armazenamento, na última quarta-feira, 22 de março, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia armazenada marca 46.541 MW mês e ENA de 8.234 MW med, equivalente a 54% da MLT. A hidrelétrica de Sobradinho marca 93,71%. A região Norte teve recuo de 0,2 p.p e os reservatórios trabalham com 98,4% da capacidade. A energia retida é de 15.055 MW mês e ENA de 31.707 MW med, valor que corresponde a 61% da MLT. A UHE Tucuruí segue com 99,23%. O submercado do Sudeste/Centro-Oeste cresceu 0,1 p.p e a capacidade está em 82%. A energia armazenada mostra 167.804 MW mês e a ENA é de 72.479 MW med, valor que corresponde a 74% da MLT. Furnas admite 97,3% e a usina de Itumbiara marca 95,79%. Os reservatórios da Região Sul tiveram queda de 0,2 p.p e operam com 83,5%. A energia armazenada é de 17.088 MW mês e a energia natural afluente marca 6.119 MW med, correspondendo a 102% da MLT. As UHEs G.B Munhoz e Passo Fundo funcionam com 99,54% e 79,27% respectivamente.

Norma transfere para o ONS liberação da operação em teste e comercial de usinas

Lula se elegeu com o discurso de diminuição do consumo de combustíveis fósseis, mas não apresentou propostas, segundo o presidente da Aneel Paraíba – O presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, declarou ao Metrópoles que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não apresentou nenhum proposta para realizar a transição energética no país. O atual chefe do Executivo declarou durante a campanha eleitoral que a sua gestão iria reduzir o consumo de combustíveis fósseis e cumprir com a agenda ambiental. “O tema transição energética é um tema muito transverso, é um tema que ele transcende o Ministério de Minas e Energia. Então, essa decisão tem que ser tomada, tem que ser uma política de governo associada, a Aneel tem algumas ações nesse sentido”, declarou o presidente da Aneel. Durante a campanha eleitoral, o então candidato Lula defendeu a diminuição do consumo de combustíveis fósseis para adotar a transição energética como uma política de governo e contribuir para redução de emissões de gases de efeito estufa. Entretanto, apesar de grandes promessas, o presidente da Aneel destacou que ainda aguarda uma política concreta por parte do governo federal. “Estamos aguardando as diretrizes do governo, nas suas altas partes”, destacou Feitosa ao Metrópoles. O presidente da Aneel participa do lançamento do complexo de energia associada na Paraíba. O empreendimento da Neoenergia recebeu um financiamento de aproximadamente R$ 3,5 bilhões e ocupa os municípios de Santa Luzia, Areia de Baraúnas, São José de Sabugi e São Mamede. Transição energéticaEm coletiva de imprensa, o secretário de energia elétrica de Minas e Energia, Gentil Nogueira, declarou que há estudos para a transição energética no governo federal. Apesar disso, ainda não há nenhum projeto concreto ou apresentação de medidas. “Algumas questões já estão sendo coordenadas [sobre transição energética], o ministro Alexandre Silveira teve reuniões com a Alemanha nas últimas semanas, nós temos uma pauta de conseguir o hidrogênio verde na transição energética, por exemplo”, afirmou Nogueira. Além disso, o secretário destacou também a importância dos próximos leilões para a distribuição de energia oriundas do Nordeste e do Norte de Minas Gerais. “Temos também questões já pautadas com relação aos leilões de transmissão que são importantes para o processo de transição energética. Esses leilões que serão realizados neste ano de 2023 e são fundamentais para o escoamento da energia eólica e solar do Nordeste, Norte, Norte de Minas, tudo isso já estão sendo discutido e são questões relevante”, disse o secretário de energia elétrica aos jornalistas durante o lançamento do complexo da Neoenergia.

Norma transfere para o ONS liberação da operação em teste e comercial de usinas

Pedidos serão registrados em um sistema computacional, criando uma porta única para interação entre agentes e órgãos envolvidos A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou alterações nos procedimentos relacionados à situação operacional de novos empreendimentos de geração. A nova regra transfere para o Operador Nacional do Sistema Elétrico a atribuição de liberar a operação em teste e comercial de usinas, função que era da fiscalização da Aneel. A norma, que passou por consulta pública, mantém os procedimentos das etapas de teste e comercial para todos os tipos de usina. Os pedidos dos geradores serão registrados em um sistema computacional, criando uma “única porta” que será operada de forma colaborativa, permitindo a atuação direta do agente solicitante, do ONS, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, das concessionárias ou permissionárias de distribuição e da Aneel. A mudança, segundo a agência, elimina sombreamentos entre os órgãos e reduz custos para os agentes do setor, a própria Aneel e o ONS. A estimativa é de que economia com a centralização do processo no operador será de R$ 53 milhões em um período de cinco anos. O orçamento do ONS vai precisar, no entanto, de um reforço. As alterações vão se refletir em novos Procedimentos de Rede e nas Regras e Procedimentos de Comercialização.

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