25 anos de experiência no mercado de energia

EMAE anuncia R$ 11 mi para modernização de PCH

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) anunciou que irá investir R$ 11,1 milhões até o final do ano para modernização dos sistemas de automação, proteção, regulação de velocidade e regulação de tensão de uma das três turbinas da pequena central hidrelétrica Porto Góes, localizada em Salto (SP). Segundo a EMAE, a atualização tecnológica possibilitará mais agilidade na manutenção e maior confiabilidade operacional, já que as condições adversas do leito do rio deixam as máquinas sujeitas à corrosão e oxidação, exposição à umidade, agentes agressivos e poluentes, o que causa dificuldades nos processos de operação e manutenção, comprometendo a operação da unidade. A usina entrou em operação em 1928, com duas unidades geradoras com a potência total de 11 MW. Em 2003 foi iniciada a ampliação da capacidade do ativo, com a instalação da terceira unidade geradora, que entrou em operação em 2005, ampliando a potência instalada de 11 MW para 24,3 MW e vazão turbinável de 56 m³/s para 116 m³/s.

Região Sul tem crescimento de 0,1 p.p e opera com 83,6% de seus reservatórios

Região SE/CO aumentou 0,1 p.p, Norte tem níveis estáveis, e Nordeste subiu 0,2 p.p O submercado do Sul apresentou crescimento de 0,1 de ponto percentual e estava operando com 83,6% da capacidade, na última quinta-feira, 23 de março, se comparado ao dia anterior, segundo o boletim do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A energia armazenada marca 17.109 MW mês e ENA é de 6.047 MW med, equivalente a 102% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. As UHEs G.B Munhoz e Passo Fundo funcionam com 99,93% e 79,27% respectivamente. A região Sudeste/Centro-Oeste também subiu 0,1 p.p e a capacidade está em 82,1%. A energia armazenada mostra 167.982 MW mês e a ENA é de 70.786MW med, valor que corresponde a 74% da MLT. Furnas admite 97,22% e a usina de São Simão marca 89,87%. Os reservatórios do Norte apresentaram níveis estáveis e contam com 98,4% da capacidade. A energia armazenada marca 15.064 MW mês e ENA é de 33.146 MW med, equivalente a 61% da média de longo termo armazenável no mês até o dia. A UHE Tucuruí segue com 99,23%. A Região Nordeste aumentou 0,2 p.p e opera com 90,2% da sua capacidade. A energia armazenada indica 46.615 MW mês e a energia natural afluente computa 9.960 MW med, correspondendo a 54% da MLT. A hidrelétrica de Sobradinho marca 93,57%.

Impulsionando o crescimento sustentável

O Congresso Mundial de Energia Hidrelétrica de 2023 será organizado pelo Governo da República da Indonésia, juntamente com sua concessionária de eletricidade PLN e a Associação Internacional de Energia Hidrelétrica em Bali, de 31 de outubro a 2 de novembro.O Congresso acontecerá sob a liderança do presidente indonésio Joko Widodo. O Governo da República da Indonésia estabeleceu um caminho ambicioso para o crescimento por meio de energias renováveis.

Fórmula E: sustentabilidade, eletromobilidade e tecnologia muito além de uma corrida de carros

A Fórmula E, como acontece com a Fórmula 1, funciona como uma espécie de laboratório para que montadoras e fabricantes de equipamentos testem novas tecnologias que podem chegar ao consumidor nos próximos anos O Brasil recebe pela primeira vez uma corrida da Fórmula E no próximo dia 25 de março, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. De imediato, a expectativa é que o evento esportivo tenha um impacto econômico na cidade de algo em torno de R$ 300 milhões, segundo a Prefeitura, atraindo 35 mil espectadores para o circuito. No longo prazo, os ganhos, entretanto, podem ser ainda maiores e ir além de cifras econômicas: o evento será uma oportunidade – e pode tornar-se até um marco – para impulsionar a eletromobilidade no país. A Fórmula E, como acontece com a Fórmula 1, funciona como uma espécie de laboratório para que montadoras e fabricantes de equipamentos testem novas tecnologias que podem chegar ao consumidor nos próximos anos. É o caso, por exemplo, do sistema de recarga ultrarrápido que será usado na corrida na capital paulista e recarrega a bateria do veículo em minutos. É o mesmo sistema aplicado para a recarga ultrarrápida dos veículos elétricos de rua e que inclusive já temos em terras brasileiras. Mas mais do que uma competição esportiva e tecnológica, o campeonato, única categoria de automobilismo com carros 100% elétricos, tem como característica fundamental promover um futuro livre de emissões apoiado na mobilidade elétrica. A pressão da sociedade por um mundo mais sustentável levou muitos países a adotarem metas para que veículos a combustão sejam substituídos por elétricos. No mês passado, o Parlamento Europeu deu um importante passo nesse sentido ao aprovar o projeto de regulamentação que proíbe a venda de veículos novos com motores a gasolina e diesel a partir de 2035. Em 2022, as vendas de carros elétricos e híbridos ultrapassaram a marca de 10 milhões, representando mais de 14% das vendas globais. E, segundo o último relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), o aumento da frota eletrificada nas ruas já está evitando que as emissões de CO2 totais pelo setor transporte, que cresceram 2,1% no ano passado, sejam ainda maiores. Pelos cálculos da agência, se todos os veículos elétricos novos nas ruas fossem carros típicos a diesel ou a gasolina, as emissões globais do ano passado teriam sido 13 milhões de toneladas mais altas. No Brasil, os eletrificados ainda têm uma participação pequena nas vendas de veículos novos, mas vêm avançando a cada ano com o crescimento da oferta de modelos por parte das montadoras. Em 2022, o segmento de veículos leves eletrificados no Brasil registrou 49.245 unidades emplacadas, um salto de 41% em relação a ano anterior, chegando a uma fatia de 2,5% do mercado. Em 2021, esse percentual era de 1,8%, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). E importantes iniciativas do setor público e privado em prol da eletromobilidade ganham força no país. Grandes empresas, por exemplo, estão investindo no uso de caminhões elétricos nas frotas para operações logísticas. Leis municipais também vêm contribuindo para a expansão de pontos de recarga, com a obrigatoriedade da instalação de sistemas de carregamento de veículos elétricos e híbridos em edifícios residenciais e comerciais novos. Na cidade de São Paulo, a lei entrou em vigor em março de 2021. A capital paulista também proíbe desde outubro do ano passado a inclusão de ônibus movidos a diesel na frota do transporte coletivo. A meta é de que a frota tenha, no mínimo, 20% de veículos elétricos até o fim de 2024. A cidade recebe, portanto, a Fórmula E não como uma iniciativa isolada, mas parte de um movimento maior rumo a um futuro mais sustentável. Nesse sentido, a competição contribui para amplificar debates e iniciativas no Brasil, dando maior visibilidade ao tema para a construção de uma agenda nacional de mobilidade elétrica.

2025 - Enercons Consultoria

Desenvolvido por

LOGO TINGO 2024 BRANCO