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ANEEL aprova instauração de Consulta Pública para aprimoramento da privatização de usinas no Paraná

m reunião nesta terça-feira (23/5), a diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou a instauração da consulta pública que tem o objetivo de colher subsídios para o aprimoramento da minuta do contrato de concessão que regulará a exploração, por empresa oriunda da privatização da Copel Geração e Transmissão S.A., dos potenciais de energia hidráulica, a Usina Hidrelétrica (UHE) Governador Ney Aminthas de Barros Braga (Segredo) e UHE Governador José Richa (Salto Caxias). A UHE Governador Ney Aminthas de Barros Braga (Segredo) tem 1.260 MW de potência instalada e está localizada no rio Iguaçu, nos municípios de Guarapuava, Manguerinha e Pinhão, no estado do Paraná. Já a UHE Governador José Richa (Salto Caxias), tem 1.240 MW de potência instalada e está localizada no rio Iguaçu, nos municípios de Capitão Leônidas Marques, Realeza e Salto do Lontra, também no estado do Paraná. A Consulta Pública 016/2023 terá duração de vinte e dois dias, no período de 24 de maio a 15 de junho de 2023. Nela, também se discutirá a aprovação das alterações na minuta do Contrato de Concessão que regulará a outorga da UHE Governador Bento Munhoz. As contribuições à consulta deverão ser enviadas, a partir desta quarta-feira, 24/05, para o e-mail: cp016_2023@aneel.gov.brCategoria A Consulta Pública terá duração de 22 dias, entre amanhã (24/5) e o dia 15 de junho

ITAIPU ALERTA PARA INÍCIO DE ESTIAGEM E MAIOR RISCO DE QUEIMADAS

A Itaipu Binacional está atuando em várias frentes nos esforços de prevenir e combater incêndios florestais nas áreas protegidas da usina e arredores. Entre maio e outubro, período de estiagem, a ocorrência de queimadas aumenta, provocando danos ao meio ambiente e podendo causar interrupções no suprimento de energia elétrica. Para conscientizar a população, uma série de inserções em veículos de comunicação traz orientações sobre os riscos e prejuízos causados pelo fogo. Campanhas como essas são intensificadas, nessa época, por diversas empresas do setor elétrico, como Copel e Furnas. A Brigada Florestal de Itaipu, formada por empregados da binacional e terceirizados, ampliou o planejamento de ações com os municípios lindeiros, para que estejam disponíveis caminhões-pipa, maquinários de combate às chamas e recursos para pagamento de horas-homem para serviços emergenciais relacionados aos incêndios florestais. Itaipu também mantém equipamentos básicos próprios para esse tipo de trabalho, incluindo embarcações, e contratos com empresas especializadas nesses trabalhos emergenciais. O Parque Tecnológico Itaipu (PTI), por sua vez, colocou à disposição dos brigadistas da usina uma ferramenta de monitoramento de risco de incêndios, com base em dados meteorológicos da região onde as áreas protegidas se encontram. A ferramenta, similar às utilizadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), permite um planejamento de emissão de alertas aos municípios lindeiros ao reservatório, para haver posicionamento de equipamentos e utilização de prestadores de serviços, em antecipação a uma ocorrência. Doação aos bombeiros Nesta semana, o Corpo de Bombeiros do município de Guaíra, que faz parte do 4º Grupamento de Bombeiros de Cascavel, recebeu um caminhão ABTF, equipado para o combate a incêndios florestais, adquirido com recursos da Itaipu Binacional. O governo do Estado, por sua vez, doou aos bombeiros de Guaíra uma caminhonete para busca e resgate. Experiência internacional O engenheiro florestal Heitor Renan Ferreira, da Divisão de Áreas Protegidas da Itaipu Binacional, participou, na cidade de Porto, em Portugal, da 8ª Conferência Internacional sobre Incêndios Florestais. A conferência, que aconteceu de 16 a 19 de maio, reuniu mais de 1,6 mil participantes de 90 países. O tema central é a construção conjunta de princípios de governança para o desenvolvimento de uma estrutura internacional, cujo objetivo é construir paisagens e sociedades resilientes aos incêndios florestais. A participação da Itaipu Binacional visa aperfeiçoar sua gestão das áreas protegidas por meio de atualização, discussão e troca de experiências acerca desta problemática, que traz prejuízos a todo o planeta. Os participantes apresentam resultados do trabalho de domínio de incêndios florestais e trocam experiências e conhecimentos.

Brasil caminha para liderança em economia verde e baixo carbono

Economia verde, biodiversidade, matriz energética limpa e biogás ganham destaque no país, com incentivos governamentais e avanços tecnológicos. O Brasil mostra-se como um país promissor no cenário atual, apresentando características únicas que o posicionam de maneira competitiva no mercado internacional. Essa vantagem é potencializada pela busca por uma economia verde e de baixo carbono, na qual o país demonstra grande potencial de crescimento. Com a maior biodiversidade do mundo, vasta disponibilidade de biomassa e uma matriz energética mais limpa que a maioria dos países, o Brasil possui os recursos necessários para assumir a liderança nessa nova economia. O governo atual, liderado pelo presidente Lula, tem se empenhado no combate ao desmatamento e na luta contra as mudanças climáticas. O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin reitera a importância da neoindustrialização para promover o desenvolvimento industrial, gerar empregos qualificados e desenvolver regionalmente, com inclusão social. A economia verde é um dos pilares fundamentais dessa abordagem, baseada na biodiversidade, disponibilidade de biomassa e matriz energética limpa. Recentemente, o presidente Lula assinou o decreto que qualifica a Fundação Universitas de Estudos Amazônicos, uma parceria entre a Universidade Estadual do Amazonas e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. Essa organização será responsável pela gestão do CBA, Centro de Bionegócios da Amazônia, que visa transformar a biodiversidade em riqueza para o país e benefício às comunidades locais. A reativação do Fundo Amazônia e a queda de 68% no desmatamento da floresta amazônica em abril, em relação ao mesmo período de 2022, trazem esperança e alento às comunidades indígenas, extrativistas e ribeirinhas. O setor energético também apresenta avanços significativos, com a crescente participação de fontes eólicas e solares na matriz elétrica brasileira e o potencial extraordinário do biogás e biometano. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) ampliou a mistura de biodiesel renovável no diesel fóssil de 10% para 12%, com previsão de atingir 15% nos próximos três anos. A produção de etanol de primeira e segunda geração, cogeração de energia elétrica e biogás a partir da vinhaça também estão em ascensão. Além disso, a matriz renovável brasileira possui potencial para produzir hidrogênio sustentável, considerado o combustível do futuro. Para aproveitar ao máximo essas oportunidades, é fundamental aprovar uma lei que regulamente o mercado de carbono e transformar em lei o projeto que tramita na Câmara para regulamentar as eólicas offshore. Com a união de todos os envolvidos, o Brasil pode se tornar um líder global na economia verde e de baixo carbono, gerando emprego e riqueza para o país.

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