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Expansão do Setor Elétrico: Oportunidades de Investimento em Fontes Renováveis!

Tenho uma ótima notícia para você, interessado no setor elétrico! A matriz elétrica brasileira apresentou um crescimento expressivo no primeiro trimestre de 2023, abrindo novas portas para investimentos em fontes renováveis. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a capacidade instalada aumentou em 2.746,5 megawatts (MW) nesse período, representando uma expansão duas vezes maior do que no ano anterior. Essa é uma excelente oportunidade para aproveitar o potencial desse setor e ganhar dinheiro com a água em sua propriedade. No mês de março, a matriz elétrica continuou em expansão, adicionando mais 708,4 MW ao sistema. Esse crescimento foi impulsionado por 28 novas usinas em diferentes regiões do país. A diversidade de fontes de geração é um reflexo do compromisso do Brasil em construir uma matriz energética mais equilibrada e sustentável. As oportunidades de investimento estão distribuídas por diversos estados do país, sendo que até o momento, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Bahia e Piauí se destacaram pelos melhores resultados. Cada região apresenta particularidades que podem favorecer a implantação de empreendimentos e contribuir para o desenvolvimento econômico local. Os dados do Sistema de Informações de Geração da Aneel mostram que, até 31 de março, o Brasil acumulou uma potência fiscalizada de 191.323,9 MW. Além disso, é importante ressaltar que a maioria dessas usinas é composta por fontes renováveis, evidenciando o comprometimento do país com a transição energética. Não perca essa oportunidade única de fazer parte desse setor em expansão e obter retornos financeiros atraentes. As fontes renováveis são uma aposta segura e promissora para o futuro da geração de energia. Descubra as perspectivas de retorno financeiro, os benefícios para a economia regional e todas as informações essenciais para iniciar seus investimentos nas fontes renováveis de energia. Não deixe essa oportunidade escapar. Estamos prontos para ajudá-lo a conquistar resultados incríveis. Juntos, podemos impulsionar a matriz energética do país e construir um futuro sustentável e próspero para todos.

100 DIAS DE GESTÃO: ITAIPU RUMO A UM FUTURO SUSTENTÁVEL E INCLUSIVO

Por Enio Verri, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional* Há 100 dias, completos na data de 24 de junho de 2023, assumi o cargo de diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, a maior geradora de energia limpa e renovável do planeta, motivo que me orgulha muito e que, por consequência, traz consigo uma imensa responsabilidade. Posso dizer que este é, sem dúvida, um dos maiores desafios que assumi ao longo da vida, especialmente porque a missão que me foi dada pelo presidente Lula é a de estreitar a relação da Itaipu com a sociedade e fazê-la presente na vida das pessoas. Nesses primeiros meses de gestão, conseguimos avançar em diversas frentes. Entre elas, está a redução em quase 20% no valor datarifa de serviço de eletricidade para o exercício 2023, o que representa uma queda de 20,75 dólares pagos por quilowatt para 16,71 dólares quilowatt. Este acordo representa o respeito mútuo entre Brasil e Paraguai. Chegamos a um consenso binacional e ainda com uma redução significativa, mantendo a capacidade da Itaipu para investimentos sociais, ambientais e em infraestrutura, conforme as diretrizes do governo do presidente Lula. Trata-se de uma enorme responsabilidade iniciar a gestão da empresa neste ano singular, em que o Tratado de Itaipu completou seu cinquentenário, no último mês de abril. Esse fato permite o início das negociações do Anexo C, que estabelece as bases financeiras do documento. Embora a Itaipu Binacional não tenha o papel de negociar as eventuais mudanças no Anexo C, caberá à empresa prestar a consultoria técnica ao Ministério de Relações Exteriores. As negociações devem começar em agosto, conduzidas pelas Chancelarias do Brasil e Paraguai. Na nossa gestão, temos nos preocupado em debater o assunto de forma transparente. Fomos convidados a falar sobre o tema na Comissão de Minas e Energia, da Câmara dos Deputados, e bem recebidos pelos parlamentares. Nesses 100 dias, restabelecemos as áreas de Responsabilidade Social e de Energias Renováveis, fortalecendo os investimentos sociais e ambientais presentes na missão da empresa e alinhados ao Governo Federal. A grandeza de Itaipu e suas potencialidades oferecem inúmeras possibilidades de contribuir com o desenvolvimento social e sustentável de seu território de atuação, que recentemente ampliamos para 434 municípios, sendo todos os 399 do Paraná e 35 do Mato Grosso do Sul. Essa expansão do território está diretamente relacionada à vida útil do lago de Itaipu, que continuará gerando energia enquanto existir. Portanto, é nossa responsabilidade prolongar a vida do lago e, para isso, compreendemos, por meio de muitas análises técnicas, que as bacias hidrográficas deste vasto território têm impacto sobre o assoreamento dos afluentes ao Rio Paraná. Dentro dessa nova visão estratégica, estamos atuando em projetos para a preservação do lago e do meio ambiente, fomentando também a educação ambiental em escolas e comunidades. Entre as possibilidades de parceria com os municípios está o fortalecimento da política de Unidades de Valorização de Recicláveis; incentivo à recuperação e proteção de nascentes; adequação de estradas rurais; instalação de biodigestores em locais públicos para incentivar a conscientização ambiental e a geração de energia fotovoltaica. São potenciais parceiras, instituições que desempenhem atividades em áreas como: direito à infância; equidade de gênero; atenção à terceira idade; fortalecimento de vínculos; políticas de inclusão para pessoas com deficiência e de respeito aos migrantes. Portanto, as possibilidades de parceria são diversas e acreditamos na importância de retornar à sociedade uma parte de nossos investimentos, especialmente para setores de vulnerabilidade social. Uma dessas iniciativas, e que nos entusiasma muito, é a realização de um leilão de imóveis de propriedade de Itaipu e que não são mais necessários para a empresa, cuja renda será destinada à construção de moradias populares em prol de habitantes de Foz do Iguaçu. As políticas afirmativas também estão acontecendo dentro da empresa, por meio da retomada de debates e de práticas que valorizam a equidade de gênero, raça e inclusão de pessoas com deficiência. Fazer a transição de uma gestão para outra está longe de ser uma tarefa fácil, mas tem sido gratificante poder contar com a competência e o compromisso dos diretores, empregados e empregadas da Itaipu Binacional. Estes foram 100 dias de muitos desafios, aprendizado e que estão sedimentando um novo capítulo na história desta empresa monumental. Com parcerias estratégicas, projetos inovadores e uma gestão comprometida, acreditamos que podemos fazer a diferença e construir um futuro melhor para todos e todas. __ * Enio Verri, 62 anos, é economista, mestre em Economia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e doutor em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo (USP). Em 16 de março de 2023 foi empossado diretor-geral da Itaipu Binacional.

Diretor da Aneel reforça explicações sobre críticas a lobbies no Congresso

Diretor da Aneel reforça explicações sobre críticas a lobbies no Congresso Hélvio Guerra foi ouvido em audiência conjunta das comissões de Minas e Energia e de Fiscalização e Controle da Câmara. Convidado para explicar declarações sobre uma suposta atuação de parlamentares em favor de lobbies setoriais, o diretor da Aneel Hélvio Guerra reforçou um pedido de desculpas que já havia encaminhado por escrito às comissões de Minas e Energia e de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados. Em audiência conjunta das duas comissões na última quarta-feira, 21 de junho, Guerra foi confrontado pelo deputado Danilo Forte, autor do requerimento de audiência e de um projeto de decreto legislativo que suspende normas da agência reguladora sobre tarifa de transmissão e sinal locacional. “É triste, mais uma vez, nos depararmos com a desfaçatez com que o Congresso Nacional e os representantes do povo brasileiro são tratados em eventos públicos e com funcionários públicos”, disse o deputado cearense. Danilo Forte, que também tentou incluir uma emenda à medida provisória de reformulação dos ministérios para reduzir o poder dos órgãos de regulação, reconheceu que é contrário ao que classificou como “excesso de autonomia das agências reguladoras”. “Isso faz com que muitas vezes um diretor, de forma displicente, possa inclusive atacar a base principal da democracia que é o Congresso Nacional, materializada nos seus representantes”, acusou. Um pouco antes da fala do parlamentar, o diretor da Aneel leu uma carta na qual reconhecia que os deputados tinham razão ao se sentirem ofendidos em razão das palavras que ele utilizou em 29 de março, durante o evento Agenda Setorial. Guerra repetiu que palavras isoladas do seu discurso, que soaram “ofensivas e injustificadas”, foram retiradas de contexto e publicadas por um veículo de imprensa. Explicou que sua intenção era relembrar a audiência do evento, composta principalmente por agentes do setor elétrico, que muitas matérias referentes ao setor em discussão nas Congresso resultam da atuação legitima de associações ou de empresas. Esses atores defendem pautas muitas vezes desconsiderando o conjunto dos agentes e o conjunto dos consumidores e, em quepese ser atuação legitima, deixam de considerar também o papel técnico da Aneel. “Ao assim me pronunciar naquele evento utilizei a palavra lobbies, mas não em sentido pejorativo, como pode ter transparecido. Essa manifestação não era em sentido de crítica ao Congresso Nacional, até porque eu não teria, e nem tenho, motivo algum para fazê-lo”, justificou. No requerimento de audiência publica, os deputados reproduziram uma fala na qual o diretor teria dito: “Nós sabemos que aquilo que está no Congresso possivelmente o deputado que apresentou o PDL, ou os deputados que apresentaram o PDL, possivelmente não sabem nada de setor elétrico. Mas eles foram movidos por um lobby e nós sabemos quem é o lobby.” O PDL é o Projeto de Decreto Legislativo 365, de autoria do deputado cearense, que está parado no Senado. Na audiência, Danilo Forte reforçou suas criticas às resoluções da Aneel que revisaram as regras em relação às tarifas de uso do sistema de transmissão, acabando com a chamada Tust estabilizada e adotando o sinal locacional, regras que ele tentou revogar ao apresentar a proposta. O parlamentar também tentou justificar seu posicionamento apontando uma suposta disputa pela transição energética, que coloca de um lado o setor do gás e, do outro, as fontes renováveis. Ele disse que há “uma armação muito grande no pais inteiro para o gás ser a fonte da transição energética” e questionou a posição da Aneel em relação a isso, considerando a atualização da regras de transmissão.

Silveira quer propor marco regulatório para o setor elétrico

Ministro de Minas e Energia diz que a medida terá como principal objetivo acabar com as assimetrias do sistema atual O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta 4ª feira (21.jun.2023) que planeja propor um marco regulatório para o setor elétrico brasileiro. Segundo ele, o objetivo da medida é corrigir as distorções do sistema atual. “Iremos propor um grande marco para o setor, com o objetivo de reduzir as assimetrias para todos os consumidores. Conclamo a todas e a todos para juntos garantirmos o fortalecimento do setor elétrico brasileiro”, afirmou o ministro em vídeo para abertura do 20º Enase (Encontro Nacional dos Agentes do Setor Elétrico). Durante sua breve participação, Silveira enfatizou os resultados positivos na economia brasileira como o aumento do PIB (Produto Interno Bruto) no 1º trimestre, acima das expectativas do mercado, a elevação da nota de crédito do Brasil concedida pela S&P e a queda do dólar na última semana. O ministro finalizou sua análise da conjuntura econômica com uma crítica ao BC (Banco Central). Na visão de Silveira, o país já apresenta condições para diminuição da Selic e que a manutenção da taxa de juros em um patamar elevado só prejudica setores estratégicos do país. “Esse cenário cria um ambiente ainda mais favorável para reduzir a taxa básica de juros, ainda, infelizmente, em patamares muito elevados, o que prejudica principalmente as pequenas e médias empresas e indústrias”, disse Silveira.

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