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A culpa é de Belo Monte! E da Margem Equatorial!

Quem lê essa matéria logo se pergunta: “A culpa é de Belo Monte? Quem atrapalhava os peixes de desovarem? O agronegócio está metido nisso?”Será que os operadores ainda não sabem o que é a piracema, nem como manejar a água, diminuindo o lucro na geração de forma ambientalmente sustentável, para ganhar muito mais em responsabilidade social?”Ou ainda: “Será que precisava que tempestades derrubassem torres de uma linha de transmissão, para que a natureza ensinasse aos homens brancos a manejarem uma usina hidrelétrica?”“Será que os seus acionistas não podem divulgar como Belo Monte é essencial para o Brasil não precisar acionar por tanto tempo as caríssimas termoelétricas dos irmãos Batista, dos Clãs Sarney e Suarez, o “Rei do Gás”, que nos vendem energia 10 vezes mais cara do que Belo Monte?”“Por que será que os grupos donos de Belo Monte, não tentam fazer seus engenheiros aprenderem com os especialistas e indígenas sobre como usar a água dos rios para ajudar a fecundação não apenas no âmbito da ictiofauna local, mas de todos os biomas onde as usinas se encontram?“Por qual razão os concessionários não leem os estudos ambientais das usinas que operam, usados nos seus licenciamentos, para assim aumentarem as suas características ambientais ESG e valorizarem suas ações nas Bolsas de Valores?”Ou ainda : “Por que o IBAMA, a ANEEL, o Ministérios do Meio Ambiente e da Energia não usam a EMBRAPA para que todas as empresas que operam usinas hidrelétricas aprendam como promover a agricultura e a piscicultura sustentável com a ajuda da população indígena e ribeirinha como faz ITAIPU?”Ou ainda outra e mais grave pergunta crucial: “Será que a mídia corporativa é contra a construção de hidrelétricas no Brasil por ser a favor das termelétricas que geram energia caríssima, importada e poluente?Seus jornalistas ainda não sabem e não receberam informação de que as supervalorizadas, mas intermitentes usinas solares “made in China” só funcionam bem durante 6 horas por dia?Será que os “especialistas” em meio ambiente não sabem que nas outras 18 horas do dia temos que escolher se queremos usar novas hidrelétricas movidas a água corrente ou obrigados a usar as termoelétricas movidas a petróleo, carvão e gás importado a altíssimos custos dos EUA e da EUROPA sem a Margem Equatorial?”“Será que essa matéria claramente direcionada, é mais uma confirmação do financiamento da USAID às campanhas de mídia para desestabilização da economia de países como o nosso Brasil, que buscam a soberania e a independência energéticas com relação aos Estados Unidos da América e União Europeia?”“Será que a campanha que as ongs francamente pró USA e a favor da Inglaterra e França promovem contra a agricultura brasileira e a Petrobras e a favor dos pareceres de encomenda com os quais alguns técnicos do governo ( que fazem dos seus cargos palanques de militância política contra a pesquisa de petróleo na Margem Equatorial ) é parte dessa campanha da USAID e das ONGs financiadas por ela e pelo megaespeculador George Soros, acionista das grandes petroleiras, das big techs e da indústria de armamento?Será que os avanços da EXXON MOBILE e da BRITISH PETROLEUM no litoral da Guiana Inglesa Francesa e do Suriname tem algo a ver com o apoio de George Soros e USAID às mais de mil ongs que controlam quase todo o território amazônico e ocuparam grande número de cargos de confiança no MMA, IBAMA, FUNAI e ICMBIO?Ou é tudo isso apenas um conjunto de “coincidências”?LEIA A MATERIA EM:

Vantagens das hidrelétricas.

As usinas hidrelétricas podem gerar energia 24 horas por dia, independentemente das condições climáticas, diferentemente de fontes como solar e eólica. A energia hidrelétrica, em geral, apresenta um custo de produção mais baixo quando comparada a outras fontes, como as termelétricas. As hidrelétricas proporcionam diversos benefícios além da geração de energia, como a regulação de rios, o controle de enchentes e a criação de áreas de lazer. As usinas hidrelétricas podem ajustar rapidamente sua produção de energia para compensar essas oscilações, garantindo um fornecimento mais estável de eletricidade. As usinas hidrelétricas podem ser programadas para aumentar sua geração no final da tarde e início da noite, compensando a queda na geração solar. Durante o horário de pico, a demanda por energia é maior, o que pode levar a um aumento nas perdas de transmissão. As hidrelétricas podem aumentar sua geração nesse período, reduzindo a necessidade de transmitir energia por longas distâncias e minimizando as perdas. Os reservatórios das usinas hidrelétricas podem ser utilizados para armazenar energia gerada por fontes intermitentes, como a solar e a eólica. A capacidade de armazenar energia em reservatórios diminui a necessidade de baterias, que possuem alto impacto ambiental. Os reservatórios podem ser utilizados para instalar painéis solares flutuantes ou terrestres, aumentando a geração de energia renovável. A conexão de usinas solares às linhas de transmissão das hidrelétricas pode aumentar o fator de capacidade dessas últimas As usinas hidrelétricas, ao criarem grandes reservatórios de água, contribuem significativamente para o abastecimento de água potável para as cidades. Essa água pode ser tratada e distribuída para consumo humano, industrial e agrícola. Os reservatórios oferecem um grande potencial para o desenvolvimento de atividades turísticas. A criação de parques aquáticos, áreas de pesca esportiva e outras atrações turísticas pode gerar renda para as comunidades locais e promover o desenvolvimento regional. Os reservatórios das usinas hidrelétricas proporcionam um espaço ideal para a prática de diversas atividades náuticas e esportivas, como vela, canoagem, pesca e esportes aquáticos motorizados. Isso contribui para a melhoria da qualidade de vida da população local e atrai turistas. A legislação ambiental exige a criação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) ao redor dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Essas áreas protegidas têm como objetivo preservar a biodiversidade, proteger os recursos hídricos e garantir a qualidade ambiental da região. Além das APPs, as usinas hidrelétricas podem contribuir para a criação e manutenção de corredores ecológicos, que conectam diferentes áreas naturais e permitem a livre movimentação da fauna e da flora. A criação de reservatórios e a definição de áreas de preservação impedem a ocupação irregular das margens dos rios, reduzindo o risco de acidentes e deslizamentos de terra, especialmente em áreas de encosta. Isso protege a população ribeirinha e preserva o meio ambiente. As usinas hidrelétricas, ao regular o fluxo da água nos rios, ajudam a controlar a erosão das margens e do leito dos rios. A formação de reservatórios reduz a velocidade da água, diminuindo a força erosiva e protegendo as áreas ribeirinhas. Os reservatórios das usinas hidrelétricas funcionam como grandes sedimentadores, retendo sedimentos e poluentes presentes na água. Isso contribui para a melhoria da qualidade da água dos rios a jusante da usina. As grades instaladas nas entradas das turbinas das usinas hidrelétricas retêm sólidos em suspensão, como galhos e outros detritos, evitando que danifiquem as turbinas e obstruam o fluxo de água. Os reservatórios podem ser utilizados para controlar o volume de água nos rios, armazenando água durante períodos de chuva intensa e liberando-a de forma controlada em períodos de seca. Essa regulação contribui para o controle de enchentes e a mitigação dos efeitos da seca. A passagem da água pelos vertedouros e turbinas das usinas hidrelétricas promove a aeração da água, aumentando a quantidade de oxigênio dissolvido. Isso é fundamental para a vida aquática e para a manutenção da qualidade da água. A aeração dos reservatórios é essencial para o desenvolvimento da piscicultura, pois garante a sobrevivência dos peixes e outros organismos aquáticos. Os reservatórios das usinas hidrelétricas podem ser utilizados para o desenvolvimento de atividades como piscicultura, aquicultura e fruticultura, gerando renda e alimentos para as comunidades locais. criação de reservatórios e a presença de áreas verdes ao redor das usinas hidrelétricas podem contribuir para a manutenção da biodiversidade e para a polinização, favorecendo o desenvolvimento de diversas espécies de plantas e animais. As escadas de peixes são estruturas construídas nas barragens para permitir que os peixes migrem rio acima para desovar e completar seu ciclo de vida. Essa medida é fundamental para a preservação da biodiversidade aquática e para o equilíbrio do ecossistema. As hidrelétricas permitem um uso múltiplo dos recursos hídricos, combinando a geração de energia elétrica com outras atividades, como irrigação, abastecimento de água, piscicultura e turismo. Essa otimização dos recursos hídricos contribui para o desenvolvimento sustentável da região. O monitoramento da qualidade da água nos reservatórios e rios é fundamental para garantir a proteção do meio ambiente e a saúde da população. As hidrelétricas possuem programas de monitoramento, o que permite identificar e mitigar possíveis problemas de contaminação. A construção e operação de hidrelétricas geram empregos, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região. Além disso, a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida podem levar à redução das desigualdades sociais, refletidas em melhores índices de IDH e de Gini. Esses recursos financeiros podem ser utilizados para investir em educação, saúde, infraestrutura e outros serviços públicos. A geração de energia elétrica pelas usinas hidrelétricas aumenta a arrecadação de ICMS nos municípios onde estão localizadas. Parte desse ICMS é repassada ao FPM, o que aumenta a receita dos municípios e permite a realização de investimentos em diversas áreas. A atração de turistas, a necessidade de serviços para a operação da usina e a maior renda da população local estimulam a criação de novos negócios e a geração de empregos em diversos setores, como hotelaria, restaurantes, transporte e comércio. As usinas hidrelétricas, por contribuírem para a preservação do meio ambiente e para o desenvolvimento sustentável, podem ser beneficiadas por

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